MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - Textos selecionados por Félix Maier

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

(Atualizado em 2 Set 2020)

Avião que passou no dia 31 de março de 2014 

pela orla carioca, com a seguinte mensagem: 

"PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA."

 



Preâmbulo

Nas últimas décadas, por conta de um permanente revanchismo dos terroristas derrotados de 1964 contra os militares vencedores, com o apoio maciço da Mídia Antifa (mídia fascista que se apresenta como antifascista), a história do Movimento Cívico-Militar de 1964, assim como seus antecedentes e as ações dos governos dos generais-presidentes, passou a ser reescrita dentro da ótica comunista e é apresentada como sendo apenas o tridente do diabo: perseguição, tortura e morte.

Qualquer abordagem que é feita sobre 1964 é associada apenas ao tridente do diabo dito acima, nada é lembrado sobre a ameaça comunista e a desordem econômico-social ocasionada pela dupla carbonária Jango-Brizola, que as Forças Armadas combateram de frente, sem derramamento de sangue, assim como evitaram que no Brasil se instalasse uma “FARB” à semelhança das FARC da Colômbia, que poderia ter acarretado guerra civil com centenas de milhares de mortos, talvez milhões.

Nada é lembrado também sobre os colossais avanços econômicos e sociais pós-64, como a infraestrutura criada naquela época (comunicações, rodovias, aeroportos, portos, hidrelétricas etc.), passando o Brasil a ocupar a 8ª. posição na economia mundial.

Para que a recente História do Brasil, concernente a 1964, seja recuperada e colocada no lugar que merece, reuni uma seleção de textos, alguns de minha autoria, destinados a historiadores em particular e ao público em geral, especialmente aos mais jovens, que não viveram aquela época e que sofreram verdadeira lavagem cerebral por conta de professores (marxistas) de História, Sociologia, Antropologia etc. 

No ano de 2014 (Annus Petraliorum 12 – Ano dos Petralhas 12), que é o ano por excelência de satanização do Exército Brasileiro, em virtude do cinquentenário do Movimento Cívico-Militar de 1964, reuni vários textos sobre o assunto em MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 e postei na internet. 

Ocorre que um hacker, com certeza a serviço da esquerda terrorista, tomando uísque com a esquerda caviar, apagou os links relacionados ao site Usina de Letras, onde desde o ano de 2000 eu venho publicando textos de minha autoria e de terceiros. 

Tive o trabalho de pesquisar na internet os títulos dos assuntos em questão e refazer todo o trabalho, postando em meu blog Piracema Nadando Contra a Corrente. 

Assim, ofereço de coração a todos este Memorial recuperado e, agora, ampliado. 

Boa leitura! 

Félix Maier

Capitão reformado do Exército

Continue lendo o MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 em 

http://felixmaier1950.blogspot.com/2020/09/memorial-31-de-marco-de-1964-textos.html


Leia também HISTÓRIA ORAL DO EXÉRCITO - 31 MARÇO 1964 em

http://felixmaier1950.blogspot.com/2020/09/historia-oral-do-exercito-31-de-marco.html


HISTÓRIA ORAL DO EXÉRCITO - 31 DE MARÇO DE 1964

HISTÓRIA ORAL DO EXÉRCITO

31 DE MARÇO DE 1964

O Movimento Revolucionário e sua História

 15 Tomos

 Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 2003

 

 

Félix Maier

 Cap QAO Ref do Exército

 

“O Exército nunca foi intruso na História desse País, o Exército sempre foi um instrumento da vontade nacional” (General-de-Exército Leonidas Pires Gonçalves, ex-Ministro do Exército – Tomo 1, pg. 85).

“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem a agitadores e terroristas, de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia” (General-de-Exército Walter Pires de Carvalho e Albuquerque, ex-Ministro do Exército).

A revolução gramsciana está para a revolução leninista assim como a sedução está para o estupro” (Olavo de Carvalho, in “A Nova Era e a Revolução Cultural – Fritjof Capra & Antonio Gramsci”)


APRESENTAÇÃO

A obra, que tem o general Aricildes de Moraes Motta como coordenador geral, é composta de 15 volumes e abrange entrevistas concedidas por 247 personalidades, incluindo principalmente militares do Exército (de general a tenente), almirantes, brigadeiros, deputados, embaixadores, jornalistas, advogados, engenheiros, juízes, desembargadores, que foram testemunhas oculares dos históricos Idos de Março de 1964.

Méritos pelo lançamento da importante obra devem ser creditados ao então Comandante do Exército, Francisco Roberto de Albuquerque, e ao Conselho Editorial da Biblioteca do Exército Editora (Bibliex), tendo o coronel Luiz Paulo Macedo Carvalho como presidente, e seus membros efetivos e beneméritos, como o general Carlos de Meira Mattos, o embaixador Álvaro da Costa Franco Filho, o general Aricildes de Moraes Motta, o general Ulisses Lisboa Perazzo Lannes, o Professor Doutor Arno Wehling e o Professor Doutor Ricardo Vélez Rodríguez (ex-Ministro da Educação do Governo Jair Messias Bolsonaro), dentre outros.

Tomei a iniciativa de fazer um fichamento dos 15 livros, referente aos trechos dos depoimentos que julgo serem os mais importantes, em uma certa ordem cronológica, ao mesmo tempo em que fiz algumas observações e disponibilizei links relativos ao assunto.

Há entrevistas que são verdadeiras pérolas históricas, por apresentarem fatos desconhecidos do público, com riqueza de detalhes. Por outro lado, há entrevistas - poucas - que são lacônicas, quase nada acrescentando a respeito do Movimento Revolucionário de 1964, como é o caso do General-de-Exército Ivan de Souza Mendes, que foi Chefe do SNI durante o Governo de José Sarney. O General-de-Divisão Octávio Pereira da Costa, na entrevista, dá uma aula sobre História do Brasil, desde a Guerra do Paraguai até a campanha presidencial de Tancredo Neves.

Alguns entrevistados falaram a respeito de algo específico, como o coronel Lício Maciel, sobre a Guerrilha do Araguaia; o general Danilo Venturini, sobre o governo Geisel e o programa nuclear brasileiro; o Coronel Pasquali, sobre o Projeto Rondon; o coronel Renato Brilhante Ustra, irmão do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, sobre ordem do Presidente Goulart e ministros para prender e matar Carlos Lacerda; o general Negrão Torres, sobre o “Pentateuco” de Elio Gaspari, 5 livros, com base em material surrupiado pelo general Golbery do Couto e Silva e pelo coronel Heitor de Aquino, em que há muita desinformação e mentira em estado puro – cfr. em https://felixmaier1950.blogspot.com/2020/05/general-raimundo-negrao-torres-desanca.html.

O General Ibiapina nos informa que Marco Maciel, Vice-Presidente eleito na chapa de Fernando Henrique Cardoso, fez curso de explosivos em Cuba e solicitou uma carteira de “agente” ao General Antônio Bandeira.

Há até o depoimento do ex-deputado federal José Genoino Neto que, sobre os “acertos da Revolução de 1964”, saiu-se com esta pérola: “Acho que o que tem que ser frisado – esse é o destaque que eu faria – é que, nesse período, o Brasil montou uma infraestrutura razoável” (Tomo 5, pg. 174). Quando perguntado se sofreu tortura, disse: “Exatamente dentro da ‘comunidade de informações’, as pessoas eram torturadas, fui torturado. Era uma situação extremamente grave, delicada, na qual o cidadão ficava negociando a vida” (Tomo 5, pg. 179). E nada mais disse, sobre onde foi torturado, quem o torturou, em que circunstâncias; preferiu sair pela tangente, fazendo elucubrações sobre a tortura.

A maioria dos entrevistados respondeu a um questionário-padrão, que englobava as seguintes perguntas:

- O senhor poderia precisar quais foram as raízes do Movimento Revolucionário de 31 de Março de 1964?

- O senhor julga que a guerra fria teve alguma influência na Revolução de 31 de Março?

- Como o senhor situaria o panorama político brasileiro no período anterior ao Movimento de 31 de Março?

- Na sua opinião, a Igreja apoiava ou se opunha ao governo deposto?

- O que se passava no meio militar? Como se encontrava o ambiente nos quartéis, na fase pré-revolucionária?

- Qual a sua avaliação sobre a atuação das “Ligas Camponesas” e dos “Grupos dos Onze”? Esses movimentos poderiam ser entendidos como a progressão de uma revolução esquerdista no Brasil?

- No seu entender, o que se passava no meio militar? Houve tentativa de criar cisões nos quadros das Forças Armadas? Como estava o ambiente nos quartéis, nessa fase pré-revolucionária?

- A seu ver, quais os principais acontecimentos que foram determinantes para o desenvolvimento da Revolução de 31 de Março?

- Qual o real significado das Marchas da Família com Deus pela Liberdade, consideradas pelos opositores, hoje, como um grande movimento reacionário ao status quo implantado por João Goulart?

- Qual a atitude do Congresso Nacional, ao eclodir a Revolução?

- Como se portaram os movimentos sindicais e entidades taxadas de esquerdistas como a UNE, CGT, PUA, logo após o início da Revolução?

- O senhor nomearia os principais líderes civis e militares da Revolução de 31 de Março?

- O movimento foi exclusivamente de preparação interna? Houve alguma intervenção externa, algum auxílio externo?

- Qual o posicionamento dos Estados Unidos com relação ao nosso movimento revolucionário?

- A que o senhor atribui o rápido desmoronamento do tal “esquema militar” que o Jango sempre apregoava ter?

- Qual a sua opinião sobre a participação dos cadetes da AMAN na Revolução, tomando parte ativa no movimento?

- O Movimento trouxe maior união e robusteceu a coesão das Forças Armadas?

- O Movimento de 31 de Março baseou-se em alguma ideologia?

- A mídia, na época, apoiou o Movimento?

- É correto o termo Revolução? Como denominaria o Movimento de 31 de Março de 1964?

- O senhor entende que houve erros na Revolução? Caso positivo, quais foram?

- A mídia desta última década e aqueles que hoje detêm o poder fazem absoluta questão de omitir os acertos da Revolução de 1964. Poderia citar alguns desses acertos?

- Quais foram os objetivos da luta armada, desencadeada no campo e na cidade, e onde buscava orientação e apoio?

- O AI-5 foi necessário?

- E a criação de órgãos de informações, como os DOI, bem como o agravamento da Lei de Segurança Nacional?

- Hoje em dia muito se fala em “ditadura militar”, “anos de chumbo”. O que o senhor pensa a esse respeito?

- Ao tempo dos governos revolucionários, acha o senhor que as Forças Armadas se aproveitaram da situação para auferir qualquer tipo de vantagem?

- Existe o chamado “revanchismo”, por parte de autoridades, da imprensa e outros setores, em relação aos militares? O que o senhor pensa sobre a Lei da Anistia?

- A chamada “batalha da comunicação social” foi perdida pelos militares? Caso positivo, qual a razão?

- Com a queda do Muro de Berlim e o colapso da União Soviética, desapareceu o comunismo?

- A imagem do Exército Brasileiro vem apresentando elevados índices de aceitação junto à sociedade, como atestam numerosas pesquisas de opinião. Como o senhor analisa esse fato?


Continua a leitura:



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Planejamento do MST para 2018

Planejamento do MST para 2018

A ferramenta secreta do comunismo

Definitivamente Deus, não era comunista, pois não fez os homens iguais
(Roberto Campos).

Prezados Senhores
Somente o capitalismo e o liberalismo são antídotos para salvar o Brasil desse câncer que é o comunismo. Se o Brasil continuar incentivando o capitalismo de estado (embrião para o comunismo), principalmente através dos créditos direcionados (BNDES, CAIXA, BB) nosso destino já está selado. É uma ferramenta imbatível para a vitória do comunismo. Vejam abaixo o seu crescimento no Brasil entre 2002 e novembro de 2017.
Houve um aumento monstruoso da participação do volume de crédito público, saindo de 38,12% em 2002 para 49,32% em novembro de 2017, crescimento de 29,38%. E o mais grave é que o avanço ocorreu de uma forma desleal e injusta com taxas médias em novembro de 2017 de 9,3% ao ano, enquanto os créditos livres dos bancos privados custaram na média 42,7% ao ano. O que prova o avanço da estatização bancária no Brasil. Pavimentação para estatização total do Brasil e para o comunismo.

***

A ferramenta secreta do comunismo


 Berkeley, na Califórnia, em 27 de agosto. A teoria comunista do materialismo dialético visa incitar o conflito e a luta (Amy Osborne/AFP/Getty Images)
Apesar de se ter falado muito sobre progresso, o século 20 foi o mais violento em toda a história da humanidade, resultando em pelo menos 100 milhões de mortes não naturais, e a maioria esmagadora dessa violência foi causada pelo comunismo, um sistema de crenças que ainda se apossa das mentes de muitos em nossa sociedade.
O comunismo tenta seduzir as pessoas por meio de uma falsa gentileza. Convence as pessoas de que ele representa a tolerância e a consideração pela humanidade, e que pretende conduzir as pessoas à felicidade, mas que essa felicidade só pode ser alcançada depois que um segmento da sociedade seja suprimido ou erradicado.
Embora o uso da censura e da erradicação tenha se tornado uma marca distinta dos sistemas comunistas, a sua promessa de trazer felicidade por meio da destruição de toda a hierarquia social demonstrou ser uma mentira flagrante. O comunismo repetidamente levou à fome, à opressão e ao genocídio. Ainda assim, ele tem significante popularidade.
Para entender por que o comunismo ainda persiste, precisamos entender sua ferramenta mais fundamental de criação de revoluções violentas – convencer as pessoas a se tornarem inimigas umas das outras – e como ele usa essa ferramenta para fabricar questões políticas. Isso dá aos seus seguidores a capacidade de assumirem o controle gradualmente.
Esta ferramenta é a dialética comunista, conhecida como materialismo dialético. A dialética é um método de discurso entre duas partes. O materialismo dialético é usado para formular a visão comunista do mundo, reinterpretando todas as coisas através de uma lente que é absolutamente ateísta e baseada na luta.
O fundador da União Soviética, Vladimir Lenin, descreveu essa visão comunista dialética da verdade, num artigo publicado em junho de 1920 no jornal comunista internacional Kommunismus, como “o que constitui a essência, a alma viva do marxismo, uma análise concreta de uma situação concreta”.
Líderes comunistas, usando a dialética como seu sistema central para analisar problemas, reescreveram a história sob uma nova visão. Eles enfatizaram o estudo da dialética de Lenin e aplicaram-na à história do pensamento, da ciência e da tecnologia humana. O sucessor de Lenin, Joseph Stalin, escreveu em 1938 que “o materialismo dialético é a visão mundial do partido marxista-leninista”.
O papa Pio XII, que mais tarde excomungaria os católicos que professavam a doutrina do comunismo, descreveu a natureza da dialética comunista na encíclica “O comunismo ateísta” em março de 1937.

O papa disse que o materialismo dialético é a ferramenta usada pelos comunistas para “aguçar os antagonismos” entre diferentes partes da sociedade, sob sua crença de que “o conflito que leva o mundo à síntese final pode ser acelerado pelo homem. Daí eles se esforçarem para aguçar os antagonismos que surgem entre as várias classes da sociedade. Assim, a luta de classes com o seu consequente ódio e destruição violenta assume os aspectos de uma cruzada para o progresso da humanidade”.
A dialética comunista, acrescentou ele, também é a ferramenta-chave da natureza violenta nessa ideologia, que defende que qualquer coisa que resista à “violência sistemática” deve ser marcada para a aniquilação.
Discurso entorpecido
As formas tradicionais de dialética, como a dialética socrática, buscam encontrar a verdade por meio de argumentos racionais entre duas partes.
Por outro lado, as raízes do materialismo dialético baseiam-se numa teoria do filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, mas que foi alterada ao longo da história pelos líderes comunistas, começando por Karl Marx, para se adequarem melhor aos seus objetivos. Em 1908, Lenin escreveu em “Materialismo e Empiriocriticismo” que o termo “materialismo dialético” foi cunhado pelo filósofo comunista checo-austríaco Karl Kautsky e foi popularizado apenas após as mortes de Marx e Friedrich Engels.
A parte central da teoria de Hegel, conforme usado no âmbito do comunismo, é o argumento de que a “contradição leva para frente”. Marx e Engels usaram esse argumento, mas alteraram a teoria de Hegel em geral, primeiro removendo todos os elementos que não se relacionavam com o materialismo, incluindo qualquer coisa relacionada à religião ou moralidade.
Stalin escreveu em 1938, em “Materialismo Dialético e Histórico”, que a única parte que Marx e Engels mantiveram da dialética hegeliana foi seu “núcleo racional” e que deixaram de lado todos os seus ideais morais.
Stalin descreveu essa nova dialética como algo baseado puramente numa rejeição do divino. Ele escreveu que a dialética de Marx descartava as ideias de Hegel de um “espírito universal” ou “consciência” e, em vez disso, considerava a vida como nada mais do que “matéria em movimento”.
Inversão estratégica
Embora a dialética tradicional tenha como objetivo ajudar as pessoas a entenderem as verdades por meio do intercâmbio de ideias variadas, ou ao olhar para ambos os lados de um problema, o materialismo dialético faz o contrário.
Ele examina vários problemas da sociedade e identifica seus opostos polares. Em seguida, ele enquadra esses opostos sob a ótica comunista e repele esses pontos de vista como sendo absolutos e inquestionáveis.
Mao Tsé-tung, o fundador do Partido Comunista Chinês, constituiu ou treinou sua dialética invertendo (ou pervertendo) muitas das crenças religiosas e sociais encontradas nos sistemas orientais.
Ele descreveu isso numa ocasião usando uma visão invertida da teoria taoísta do taiji (ou yin-yang). Nesta teoria ancestral, dois aspectos opostos de um elemento são vistos como complementares e interdependentes (ou harmônicos), de modo que dois podem ser tornar um. Em “Obras Selecionadas de Mao Tsé-tung”, Mao escreveu sobre isso como duas forças opostas, constantemente em conflito mútuo, e que, por meio da dialética comunista, “um se torna dois, dois se tornam quatro”. Em outras palavras, passo a passo, o elemento é dividido.
A descrição de Mao de “um [tornar-se] dois” é o coração da visão revolucionária comunista, com base na ideia de que, ao invés da harmonia, o comunismo pode incitar a luta entre quaisquer elementos tangíveis ou identificáveis, sejam diferenças de raças, classes sociais ou mesmo entre marido e esposa.
Sob a dialética comunista, o objetivo é que as pessoas substituam suas crenças em troca do ateísmo e a harmonia pela luta.
De acordo com o livro “A Espada da Revolução e o Apocalipse Comunista” de Cliff Kincaid, os líderes comunistas concordaram com Lenin que o “núcleo” da dialética era o uso de contradições.
Kincaid escreveu: “Os soviéticos resumiram o núcleo da dialética como uma ‘divisão em opostos’, enquanto Mao Tsé-tung e os ‘trabalhadores da filosofia’ chineses finalmente resumiram todas as complexidades da lógica dialética na expressão ‘um se divide em dois’.”
Kincaid cita Alexander Markovsky, um emigrante russo que estudou o marxismo-leninismo na antiga União Soviética, afirmando: “No mundo do materialismo dialético marxista, a mudança é o produto de um conflito constante entre os opostos, decorrente das contradições internas inerentes a todos os eventos, ideias e movimentos. Portanto, qualquer mudança significativa numa sociedade, de acordo com o marxismo, deve ser acompanhada por um período de revolta.”
O teórico marxista Georgi Valentinovich Plekhanov escreveu em “Dialética e Lógica” em 1928 que a dialética comunista segue três leis: identificar, contrariar e “excluir o meio”.
abordagem de Plekhanov permite que os comunistas fabriquem problemas identificando primeiro qualquer situação com o desenvolvimento material, depois “contradizendo” ou invertendo, e finalmente “excluindo o meio”, levando a uma situação em que apenas dois extremos existam e ignorando a frequente variedade de pontos de vista moderados.
Essa característica de “excluir o meio” é o oposto da sabedoria antiga que é compartilhada entre sistemas de crenças tradicionais, desde Aristóteles a Rumi, e de Sakyamuni a Salomão. Essas teorias tradicionais refletem de perto o que afirmou Lao Tse: “O melhor a seguir é caminho do meio.”
O comunismo baseia-se na ideia de que seus pontos de vista são utópicos e a conclusão final de todo o desenvolvimento. Marx afirmou que a luta levou à evolução social e argumentou que o comunismo era o estágio final. Seu sistema comunista tentou assim incitar a luta para acelerar esse processo, um processo que exigia o fomento do colapso econômico, social e moral.
Para avançar suas causas, ele usa o materialismo dialético para criar sua verdade invertida e promove essas inversões no intuito de criar discórdias e destruir tradições e normas sociais.
A ideia de “excluir o meio” segue a ideia de Lenin de “partidarismo”, ambas baseadas na perspectiva “utópica”. Lenin categorizou todas as pessoas em dois grandes grupos: aqueles que apoiam a revolução comunista e os que não apoiam, além daqueles que não foram marcados para serem destruídos.
Com o materialismo dialético como sua força motriz, os comunistas não recuam. Se o outro lado aceita um compromisso, os comunistas simplesmente ganham terreno, e então continuam a avançar implacavelmente sua agenda enquanto o lado oposto é gradualmente desgastado e perde terreno. Quando a revolução violenta falha, o objetivo do comunismo é primeiro exigir “tolerância”, então “aceitação” e finalmente forçar sua “adoção/incorporação”.
Durante esse processo, todos os que se opõem são vilificados com rótulos políticos, o que permite serem atacados por aliados comunistas. Este é o coração do conceito de “politicamente correto” formulado por Mao em 1957 e sua pressão contínua para estabelecer uma visão moral alternativa baseada nos objetivos políticos do regime comunista, com a inversão dialética das questões desde seus fundamentos.
Uma visão de mundo negativa
A visão comunista do mundo, e todas as questões contempladas sob essa perspectiva, são constituídas por meio da inversão, com o materialismo dialético como ferramenta para identificar as inversões.
Sob sua dialética, a percepção comunista é de negatividade generalizada. Ela pretende alterar a percepção de todas as questões de uma pessoa para que qualquer um que siga sua doutrina interprete as questões por meio de suas inversões e adote o caminho dessas inversões.
Para entender isso, é preciso um pouco de experiência no assunto.
Todos nós temos percepções diferentes do mundo que nos rodeia. Duas pessoas que olham para o mesmo evento podem interpretá-lo de diversas formas, com base em suas percepções moldadas por sua cultura, experiência, educação e crenças.
O comunismo trabalha para mudar as percepções de uma pessoa e incutir uma “visão de mundo comunista”, que usa o materialismo dialético para inverter as normas sociais e adotar o negativo como sua postura.
Segundo Kincaid, a dialética comunista fabrica a luta contra as normas sociais usando contradições, segundo o princípio comunista da “luta dos opostos”.
Em termos dos objetivos do comunismo – a revolução para derrubar à força toda a hierarquia, tanto social como espiritual – Kincaid diz que, para que o comunismo assuma o poder, seus conceitos invertidos devem destruir as percepções que anteriormente existiam numa sociedade. Devido à forma como o materialismo dialético opera e a maneira como ele identifica quais são os pontos que os comunistas se opõem e quais defendem, as questões e as políticas dos movimentos comunistas podem variar muito de país para país.
Kincaid cita “The Penkovsky Papers” de Oleg Penkovsky em 1965 para descrever quão radicalmente diferente era o pensamento entre pensadores dialéticos soviéticos e pensadores não dialéticos.
Penkovsky disse que se alguém apresentasse o mesmo conjunto de informações a generais nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha e na União Soviética, “o estadunidense e o inglês talvez pudessem chegar à mesma conclusão… mas o general soviético chegaria a conclusões radicalmente diferentes dos outros dois”.
Isto porque Penkovsky disse que, para o comunista, “o processo lógico de sua mente é totalmente diferente do dos seus homólogos ocidentais, porque ele usa a dialética marxista, enquanto os outros usarão alguma forma de raciocínio dedutivo”.
Uma ideologia obscura
Uma das principais mudanças que Marx e Engels fizeram na dialética de Hegel para construir sua dialética comunista foi remover todos os elementos espirituais. No entanto, se analisássemos o materialismo dialético do ponto de vista da antropologia, esta revelaria uma crença obscura e destrutiva.
Os métodos de inversão na dialética comunista não são novos. A abordagem da inversão para criar entendimentos alternativos é um fundamento central das práticas ocultas obscuras que formam suas crenças invertendo interpretações e percepções de práticas tradicionais.
O conceito de inversão foi detalhado pelo Centro de Pesquisa do Terrorismo em seu livro de 2016, “Blood Sacrifices: Violent Non-State Actors and Dark Magico-Religious Activities,” editado por Robert J. Bunker, um ex-consultor na Academia do FBI na Virgínia em 2015 e professor-adjunto de pesquisa no Instituto de Estudos Estratégicos da Escola de Guerra do Exército dos EUA. O termo “mágico” neste caso refere-se à percepção e intenção por trás das atividades cerimoniais.
Ele afirma que “nós, como espécie, não percebemos a realidade objetiva, mas sim uma série de esquemas simbólicos limitados, mediados e interligados que nós, como indivíduos, assumimos como sendo ‘realidade’.”
Ele afirma que nossas percepções da realidade podem ser alteradas por meio de sistemas externos, relacionados a como interpretamos o significado de questões, eventos ou objetos como sendo “símbolos” dentro do “ciclo de significado” de nossas próprias ideologias.
Dentro desse sistema, a ideia de “magia criminal” relacionada às intenções e à percepção é descrita como sendo a percepção promovida dos problemas que “atua como uma visão de mundo que se opõe à visão socialmente dominante”.
Por exemplo, algo que se opõe à visão de mundo religiosa incluirá informações que violam as opiniões da religião sobre o que é certo e o que é errado, e as acusações podem incluir “roubo de crianças, assassinato ritual e canibalismo, e o culto do ‘mal’”.
Se o conceito fosse aplicado às visões políticas de mundo, afirma ele, o elemento “magia criminal” normalmente se centra em torno da “ruptura da ordem social, uma profanação da ‘tradição’ ou ‘história’, e a derrubada da moral social”.
A forma mais importante e “perigosa” disso, afirma, é “a que inverte os componentes essenciais da própria visão de mundo com o objetivo específico de ganhar domínio e poder por meio do medo e do terror… Esta magia criminal de tipo 2 é referida por muitos ocultistas como o Caminho da Mão Esquerda.”
O “Caminho da Mão Esquerda” relaciona-se estreitamente aos métodos dialéticos comunistas para alcançar a revolução.
Ele afirma que o Caminho da Mão Esquerda degrada seus próprios membros para se tornarem “peões a serem manipulados, usados e descartados”. Vemos isso, por exemplo, nos chamados “idiotas úteis” que ajudam os regimes comunistas a conquistarem o poder, apenas para serem marcados para a morte sob o comunismo.
O Caminho da Mão Esquerda também encoraja seus seguidores a se tornarem “sociopatas de fato“, os quais vemos sob a rejeição comunista da moral e sua crença em fomentar o sofrimento humano para avançar em seus objetivos.
É de se notar que, se não for controlado, o Caminho da Mão Esquerda “põe em perigo a sobrevivência de toda a sociedade e sua visão de mundo” por meio da sua degradação intencional da confiança nas visões de mundo existentes e trabalhando para conter e destruir aqueles que se opõem às suas visões de mundo.
Natureza da ferramenta dialética comunista
A natureza da dialética comunista, com suas inversões ideológicas e revoluções do Caminho da Mão Esquerda, levaram muitos escritores a apontarem suas semelhanças com o satanismo, que, em suas formas originais, trabalhava invertendo a moral e as cerimônias do cristianismo e do catolicismo.
De acordo com “Marx e Satanás” de Richard Wurmbrand, um dos traços da magia negra é a inversão dos nomes, e “as inversões em geral permearam toda a maneira de pensar de Marx que ele as usou por toda parte. Ele respondeu ao livro de Proudhon ‘A Filosofia da Miséria’ com outro livro intitulado ‘A Miséria da Filosofia’. Ele também escreveu: ‘Ao invés de usarmos a arma da crítica, temos de usar a crítica das armas.’”
O que o autor estava observando era a dialética comunista em ação, com seus traços de inversão. Mas o autor também estava certo sobre a natureza da técnica, algo que, de fato, está profundamente enraizado nas práticas do Caminho da Mão Esquerda, que seriam definidas como “demoníacas” segundo a perspectiva religiosa.
Marc Tyrell, antropólogo simbolista e coautor de “Blood Sacrifices“, disse via e-mail que costuma descrever a teoria marxista para seus alunos como “a última grande heresia cristã, já que ela inverte muitas das estruturas míticas do cristianismo”.
Ele acrescentou, no entanto, que “seu estilo operacional na verdade precede o cristianismo”, e que a ideologia comunista pode ser rastreada até ideologias ocultistas obscuras mais antigas.
De acordo com Tyrell, as ideias de “bem” e “mal” não são necessariamente binárias, uma vez que as percepções de ambos mudarão de acordo com as visões sociais e religiosas e de mundo de uma pessoa. No que diz respeito às diferenças entre Caminho da Mão Direita e Caminho da Mão Esquerda, ele disse que isso se refere mais claramente às posições polares, como “Ordem e Caos”, “Lei e Anarquia” e “Previsibilidade e Incerteza”.
Suas descrições do Caminho da Mão Esquerda, disse ele, referem-se a um “envenenamento do caos, da anarquia e da incerteza; a evocação e manipulação proposital dessas reações para ganhos pessoais”. De uma perspectiva espiritual, “isso pode destruir completamente a alma das pessoas que fazem isso”, disse ele.
“O Camboja é provavelmente o melhor exemplo” de um sistema do Caminho da Mão Esquerda, disse ele, referindo-se ao governo comunista do Khmer Vermelho, que matou cerca de um terço da população do país. Mas ele acrescentou: “Podemos encontrar exemplos similares em praticamente todos os países comunistas.”
Ricardo Bergamini
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segunda-feira, 13 de março de 2017

De “Ditadura” e de “Torturadores”

segunda-feira, 13 de março de 2017

De “Ditadura” e de “Torturadores”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira
 
31 de março de 1964. Uma distância temporal de cinquenta e três anos nos separa do “golpe” desfechado pelos militares e das “torturas” que passou a sofrer o povo brasileiro.
 
No recanto do lar, chamado “aparelho”, Dilma “Estela” distraía-se no papel de guerrilheira e assaltava bancos para fugir da monotonia das tardes ociosas. Ela e parceiros eram meros interpretantes de roteiros idealistas, coincidentemente representados lá fora.
 
Tudo ficção. Não matavam, não explodiam ninguém, não faziam “justiçamento”. O sequestro do embaixador americano foi apenas uma tomada de cena para filme da Metro. O assassinato do capitão americano, Charles Rodney Chandler, também uma encenação. Só que ele se surpreendeu com a participação forçada e saiu de cena ali mesmo, na frente da mulher e dos filhos. Da mesma forma, o Tenente Mendes Júnior se deu mal por não saber que o tema do filme era ‘Traição’.
 
A explosão que levou aos ares o soldado Mário Kozel Filho foi resultado de excesso de realismo dos jovens estudantes na interpretação dos seus papéis. O mesmo entusiasmo já havia detonado o Aeroporto de Guararapes. O problema é que os militares levavam muito a sério essas representações juvenis, por não terem senso de humor, devido à rígida disciplina da caserna.
 
Uma coisa não se pode negar: foram anos terríveis de “tortura” aqueles da “ditadura”!
 
Era tão intensa que afetou o raciocínio lógico pelos tempos afora. Como poderia escolher, justamente ele, Presidente Médici, Patrono de minha cadeira na Academia Brasileira de Defesa? Uma teoria, lida em algum lugar, afirmava ser possível a atração da pessoa torturada pelo torturador. Quem sabe se não foi o meu caso?
 
Esse mesmo “ditador”, de radiozinho de pilha ao ouvido, achou de ser também Patrono de minha Turma no CLMN, na ESG. Quanta coincidência! Nesse mesmo ano de 2010, despediram-se da AMAN os aspirantes, de que Turma? “Presidente Médici”, ora!
 
Mas Jobim, o então complexado “general”, nem se referiu a ele, estragando a festa alheia. A retirada indignada do convidado, Roberto Médici, filho do Presidente, fez-se imediata.
 
Foram tempos tão sombrios, que se podia sair à rua com joias; assistir à sessão da meia-noite nos cinemas da Cinelândia e da Tijuca. Depois, uma absurda passagem tranquila pela lanchonete próxima, antes do retorno a casa, lá pela madrugada. Era uma infâmia não sermos assaltados! Que decepção não haver gangues de “dimenores” e nem leis de proteção aos “coitadinhos”. Eram tempos sem “oprimidos”. Horríveis presidentes, aqueles!
 
São difíceis de resumir tantas torturas sociais e econômicas. Quer algo mais doloroso do que a criação do PIN (Programa de Integração Nacional) culpado pela construção da ponte sobre o Rio São Francisco, em Propriá-Colégio, ligando o Nordeste ao Centro-Sul? Inadmissível! E que dizer do PROVALE, programa especial para esse mesmo rio, hoje tão beneficiado pela lama planaltina que atingiu suas águas, transformando-o numa estrada de areia? Que ousadia, na época da “ditadura”, considerarem “rio da unidade nacional”!
 
Que dizer então do PRÓ-RURAL, proteção social ao homem do campo e do PRODOESTE, que expandiu as fronteiras agrícolas, se defender a pátria brasileira é vender aos estrangeiros as terras férteis, produtivas e as ricas em minerais? E para que retornar aos tempos tenebrosos da construção da hidroelétrica de Itaipu com enorme potencial hidráulico e energético que não se imaginava ainda?
 
Também não se imaginava que os grandes patriotas Lula e Dilma “Estela” (Olha ela aí!) concordassem em aumentar o valor pago pelo Brasil ao excedente que o Paraguai não consome. Isso, sim, é nacionalismo dos bons, e não o que fizeram ao País os “ditadores” militares.
 
Como vemos, Médici, em evidente abuso de autoridade, ia criando órgãos que beneficiavam a Nação. Desastroso isso! Mas ele não se detinha no seu “sanguinário” governo: outras “torturas” praticou e que deixaram marcas profundas na vida do contribuinte.
 
O FGTS, o PIS e o PASEP foram chicotadas nas costas do trabalhador. Como um “ditador” tinha o atrevimento de pensar no povo, coisa impensável na pauta dos atuais governantes democratas? Por que não se preocupou, apenas, em melhorar a vida de seu vigoroso grupo de “torturadores”, milicos truculentos? Até hoje o povo exibe as marcas dessa tortura infame ao continuar recebendo o rico dinheirinho desses desumanos fundos sociais lá na Caixa Econômica. Realmente, fomos muito torturados!
 
Médici foi o responsável, ainda, por aplicar graves atos de absolutismo na Educação.
 
No seu destempero usual, criou a Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado), concedendo aos professores pesquisadores o direito à bolsa do CNPq ou da CAPES, mensalmente depositada nas suas contas. Não sei por que esses professores das Universidades públicas não vieram a público criticar com veemência tal violência no ensino superior! E que dizer da criação do MOBRAL? Um acinte!
 
Acrescente-se a esses atos de “sadismo” já citados, a dos outros “ditadores” militares, como a criação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), ridiculamente eficiente e mais ridiculamente citada como modelo. E a construção da Ponte General Costa e Silva (Rio-Niterói)?
 
É um absurdo ser bem-construída, sem desabar, sem superfaturamento. Isso é contra o bom senso, gente! Como puderam os brasileiros admitir tal abuso! Como ousaram tanto esses “ditadores” que não pagavam propinas aos engenheiros e as obras eram entregues no prazo? Impossível aceitar uma coisa dessas e ficar em silêncio!
 
Por essas razões expostas, cumprimento os militares de hoje, mesmo que não tenham sido os “torturadores” de ontem, desejando que venha nova “ditadura” militar e que os novos “torturadores” encham nossos ouvidos com os sons das pancadas das obras que levarão o Brasil ao topo novamente.
 
O 31 de março de 1964, queiram ou não os iconoclastas, faz parte da História cívico-político-militar, e não é um ébrio nem uma celerada e nem um engomadinho empertigado que apagarão o fato, os nomes dos protagonistas que puseram o Brasil em pé, com a cara ao vento. 
 
Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES.

Obs: Deixa de ser tonto! Deixa de ser pombinha ingênua comendo milho estragado das mãos dos esquerdopatas! Acesse Memorial 31 de Março de 1964 e se informe sobre o assunto! F. Maier
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