MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A Comissão da Verdade e o Conselho Mundial de Igrejas

A Comissão da Verdade e o Conselho Mundial de Igrejas

Lorenzo Carrasco
3 de outubro de 2012 (www.msia.org.br)

A chamada Comissão da Verdade não tem qualquer intenção de estabelecer a realidade dos fatos históricos, com vistas a proporcionar um benefício maior para a sociedade, mas se move, tão somente, como instrumento de um impulso revanchista de demonstrar a culpabilidade institucional das Forças Armadas e condenar o Estado brasileiro pela repressão às insurgências armadas contra o regime militar de 1964-1985.

Tal objetivo ficou evidenciado com a anunciada decisão de limitar unilateralmente o seu escopo de ação a “investigar os crimes praticados por agentes públicos na ditadura”, sem qualquer concessão a um entendimento objetivo daquele período histórico e, menos ainda, ao necessário estabelecimento de uma harmonia institucional tão necessária nestes tempos de crise global. Crise que, inevitavelmente, tende a se aprofundar, com efeitos agravados, dos quais o Brasil não poderá se esquivar e terá que estar preparado para enfrentar.

Com semelhante agenda, as turbulências geradas pelo trabalho da comissão poderão superar por larga margem quaisquer aspectos positivos decorrentes dessa interpretação peculiar dos direitos humanos, interpretados sob uma ótica ideológica estreita e desvinculados dos interesses maiores da harmonia nacional. Para buscar, realmente, uma verdade histórica vinculada ao bem comum da nação, uma Comissão da Verdade à altura das responsabilidades impostas pelo momento histórico deveria ter como propósito final o estabelecimento de um principio de conciliação, que foi a motivação da Lei da Anistia, que permitiu o retorno à normalidade democrática do País, ainda antes do término do regime militar. Não se trata de um princípio utópico, pois foi a motivação das chamadas “cláusulas de perdão” dos acordos de Westfália de 1648, que encerraram a Guerra dos Trinta Anos, que devastou a Europa Ocidental na primeira metade do século XVII, em uma escala incomparavelmente mais sangrenta do que os conflitos do período abordado pela comissão.

Para uma investigação objetiva daquele período histórico, seria preciso começar com uma avaliação do cenário com o qual o País se defrontava na época e as causas da exacerbação das paixões políticas na década de 1960. Pode-se indagar como as elites brasileiras (entendendo-se a expressão no seu sentido mais amplo) aceitaram a dinâmica da Guerra Fria, de uma forma que dividiu as forças políticas nacionais e debilitou a ideia de um projeto nacional, que vinha se desenvolvendo desde a Revolução Tenentista da década de 1920 e foi uma das forças motrizes da industrialização e modernização do País. Tanto o primeiro período de Getúlio Vargas (1930-1945) – que também é permanentemente atacado como um regime de exceção -, como o projeto de desenvolvimento que se seguiu até a década de 1980, integraram esse projeto nacional. Por ironia, o fim do regime militar também implicou no fim desse projeto nacional, substituído por uma mescla pouco coerente de interesses e direitos individuais ou setoriais, em grande medida conflitantes entre si e divorciados dos interesses maiores da sociedade em conjunto – modelo que, em última análise, está na raiz da crise global, por ter superado todos os limites da sua disfuncionalidade intrínseca.

A pergunta que cabe é: a quem interessa esse estado de coisas? A quem beneficia fomentar os ressentimentos internos e a desarmonia da sociedade brasileira, cujos anseios passam longe das intenções da Comissão da Verdade, imposta por minorias ideológicas com forte apoio internacional? A quem beneficia que o Brasil não possa estar unido, civis e militares, em um novo projeto nacional voltado para o desenvolvimento pleno do País e uma meta de garantia da dignidade de todos os cidadãos e famílias brasileiros?

Como veremos a seguir, tais campanhas revanchistas contra as instituições dos Estados nacionais não são promovidas por interesses nacionais legítimos, mas por interesses oligárquicos internacionais, integrantes de uma estrutura de poder sediada no eixo anglo-americano e empenhada no estabelecimento de instituições de “governo mundial”.

O maior apoiador da Comissão da Verdade é o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), entidade que, desde a sua criação, no final da década de 1940, integra o projeto de estabelecimento de um “governo mundial” situado acima da “influência demoníaca da soberania nacional”, como escreveu um de seus mentores. E, para se debilitar uma sociedade por dentro, não há instrumento melhor do que explorar sentimentos humanitários, supostamente religiosos ou ecumênicos. Desde antes da instauração do regime militar, o CMI já estava em campo para os seus desígnios no Brasil. Ele foi a força motriz externa da chamada Teologia da Libertação, que estava no ideário dos principais grupos armados que operaram no País, e sua atuação se deu em estreita coordenação com certos setores do aparato de inteligência anglo-americano.

Em junho de 2011, o CMI repassou ao Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, cerca de 4 mil páginas de documentos relacionados ao projeto Brasil: Nunca Mais!, que se encontravam em sua sede em Genebra, Suíça. Mais tarde, em novembro, o moderador do Comitê Central do CMI, o ex-pastor Walter Altmann, encontrou-se em Brasília com a ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário, para manifestar o apoio do CMI à constituição da Comissão da Verdade. Na ocasião, Altmann entregou à ministra uma cópia em espanhol do livro O Acompanhamento, de Chuck Harper, que relata o apoio do CMI às iniciativas de defesa dos direitos humanos na América Latina, entre as décadas de 1970 e 1990. O titulo completo do livro, publicado em 2006, é O Acompanhamento: Ecumenical Action for Human Rights in Latin America 1970-1990, apresentado por Harper como uma “história da resistência cristã no Brasil” (sic).

Chuck Harper nasceu no Brasil em 1933, filho de missionários presbiterianos estadunidenses que emigraram em 1926. Durante toda a sua vida adulta, tem sido um ativista internacional da Igreja Presbiteriana dos EUA e do CMI, atuando em campanhas de direitos humanos, especialmente no Brasil e nas nações africanas de língua portuguesa. Uma de suas funções foi monitorar o governo militar brasileiro, produzindo relatórios que, agora, foram entregues à Comissão da Verdade. Em entrevista publicada em 15 de julho de 2011, pelo Serviço de Informação da Igreja Presbiteriana dos EUA, ele explicou: ”Os arquivos em questão foram relatos extensivos e altamente detalhados sobre cada pessoa sequestrada, torturada, interrogada e morta pelas forças de segurança. Os oficiais do Exército brasileiro eram obsessivos em guardar arquivos.”
Prosseguindo, diz a nota:
Em 14 de junho, o secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas, reverendo Olav Fykse Tveit, o líder luterano brasileiro reverendo Walter Altmann, o moderador do Comitê Central do CMI e outros líderes cristãos entregaram aos promotores públicos brasileiros três caixas de registros de arquivos.
A transferência formal ocorreu no Gabinete do Procurador-Geral em São Paulo, diante de funcionários governamentais e líderes da Igreja, inclusive dois representantes de organizações ecumênicas que foram torturados pelos militares.
“Agora, os brasileiros podem saber o que aconteceu enquanto viviam sob o regime militar. Esta é uma parte importante do processo da verdade”, disse Harper à PNS. “O conjunto total dos documentos chega a mais de um milhão de páginas.”
Alguns dos documentos estavam guardados em instituições nos EUA e outros nos arquivos do CMI em Genebra.
Harper atuou de 1973 a 1992 como coordenador do Programa de Direitos Humanos na América Latina do CMI, desempenhando um papel chave na reunião e preservação da documentação brasileira. Ele também trabalhou em projetos de justiça para os povos das colônias portuguesas na África, no início da década de 1970.
Os documentos dos arquivos de Genebra estão sendo examinados pela equipe do Procurador-Geral e, em seguida, serão confiados ao ministro da Justiça do Brasil.
“Esses [documentos] estavam contidos em um dos arquivos de processos legais realizados nos tribunais militares brasileiros, durante o período de 1964 a 1979. Milhares desses registros foram obtidos dos arquivos do Exército, com base nas provisões da [Lei da] anistia”, disse Harper.
Eles foram copiados clandestinamente e catalogados, tornando-se um registro paralelo ao dos próprios arquivos de torturas das autoridades militares. Em 1986, a Arquidiocese de São Paulo, dirigida pelo arcebispo cardeal Paulo Evaristo Arns e apoiada pelo Conselho Mundial de Igreja, publicou um relatório chamado Brasil: Nunca Mais.

Harper foi amigo íntimo e atuou em estreita coordenação com o pastor Jaime Wright (1927-1999), que foi um dos principais líderes presbiterianos do Brasil e, juntamente com Evaristo Arns e o rabino estadunidense Henry Sobel, um dos líderes da comunidade judaica em São Paulo, os responsáveis pela publicação do livro Brasil: Nunca Mais.

A agenda secreta do CMI

Uma contundente denúncia sobre o insidioso papel desestabilizador do CMI partiu do cardeal Joseph Ratzinger, então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano [hoje papa Bento XVI]. Em uma entrevista à Folha de S. Paulo de 10 de junho de 1997, ele afirmou: “Grande parte dos bispos católicos da América Latina se lamentam comigo do fato de que o Conselho Ecumênico de Igrejas [como o CMI também é conhecido] tem dado grande ajuda a movimentos de subversão, ajuda que talvez tivesse boas intenções, mas que acabou sendo bastante danosa para o Evangelho.”

No Brasil, essa campanha de subversão permanente transcende a frente dos direitos humanos. De fato, o CMI tem financiado e promovido diversas iniciativas contra o desenvolvimento e a soberania do País, com ênfase nas questões agrárias, ambientais e indigenistas, além de ser um dos principais promotores das campanhas de desarmamento civil. Entre as organizações não-governamentais (ONGs) que recebem o seu apoio direto, destacam-se o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Via Campesina, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Instituto Socioambiental (ISA). Praticamente cada grande projeto de infraestrutura e logística implementado no País, nas últimas décadas, tem se defrontado direta ou indiretamente com uma ação do CMI.

Em linhas gerais, pode-se afirmar que o CMI está engajado em uma autêntica “guerra de quarta geração” contra o Estado nacional brasileiro, manipulando setores de sua própria sociedade contra os seus próprios interesses.

A atuação política do CMI pode dar a impressão de que a sua origem se situa no campo da ideologia marxista, mas a realidade é que esta configuração foi apenas a mais conveniente para os desígnios de subversão dos Estados nacionais soberanos, pretendidos pelos seus criadores. Os recursos para a fundação da entidade, em 1948, provieram da Fundação John D. Rockefeller, ele próprio um entusiasta das “causas ecumênicas” para combater as raízes católicas do subcontinente ibero-americano, sendo o principal promotor da agenda de penetração das igrejas pentecostais na América Latina, desde o início do século passado.
A utilização da defesa dos direitos humanos, como um instrumento de debilitação dos Estados nacionais e o favorecimento das estruturas de “governo mundial”, foi meticulosamente planejada como uma estratégia de longo prazo. Durante a Conferência de Paris, em 1919, após o término da I Guerra Mundial, grupos da elite anglo-americana emergente, herdeiros do ideal imperial britânico, se uniram com o propósito deliberado de transformar a recém-criada Liga das Nações em uma estrutura de governança mundial. Ali se idealizou a criação do que mais tarde seria o CMI, que seria uma “igreja do governo mundial”, um novo Pantheon romano, supostamente, ecumênico e cristão. Foi esta a raiz da difusão de um ecumenismo internacionalista sui generis, associado a uma teologia política, um “evangelho social”, de onde se alimentou mais tarde a Teologia da Libertação (daí vem o parentesco carnal do CMI com esta última).

Entre os mentores da agenda, destacam-se:

- Philip Henry Kerr, marquês de Lothian (1882-1940), membro destacado do Kindergarten de lorde Alfred Milner, um dos principais grupos de articulação do Establishment britânico da época;
- Leonel Curtis (1872-1955), fundador do Royal Institute for International Affairs (RIIA) de Londres (1920) e do Council on Foreign Relations (CFR) de Nova York (1921), instituições que, desde a sua criação, têm servido como centros de articulação do poder anglo-americano que herdou a teia de interesses coloniais britânicos;
- Sir Alfred Eckhard Zimmern (1879-1957), historiador britânico, membro do Departamento de Inteligência Política, criado pelo Foreign Office em 1918, para preparar a ordem mundial do pós-guerra;
- John Foster Dulles (1888 -1959), cofundador do CFR, funcionário de John D. Rockefeller e secretário de Estado no governo Eisenhower (1953-1961). Seu irmão Allen Dulles foi diretor da CIA durante o mesmo período. Os irmãos Dulles eram filhos de um proeminente pastor presbiteriano e John F. Dulles foi, ele próprio, o mais alto representante da Igreja Presbiteriana dos EUA e presidente do Conselho Nacional de Igrejas dos Estados Unidos. Tais vínculos não deixam dúvidas que a Igreja Presbiteriana dos EUA e, por meio dela, o CMI, foram e, provavelmente, continuam sendo parte fundamental dos serviços de inteligência da oligarquia anglo-americana.

Os quatro personagens acima citados tinham ligações com o missionário escocês J.H. Oldham (1874-1969), que foi uma peça fundamental no desenvolvimento da rede do ecumenismo missionário que resultou na criação do CMI, em 1948.

A Guerra Fria, em grande medida fomentada por ele próprio, proporcionou a esse aparato de poder oligárquico a oportunidade para perpetuar o sistema colonial, que deveria ter desaparecido com o colapso do Império Britânico e seus similares europeus, tal como imaginava o presidente Franklin D. Roosevelt (1933-1945) em seus planos para o pós-guerra. Com o conflito Leste-Oeste, os reformadores do Império Britânico e os interesses liderados pela família Rockefeller nos EUA se encargaram de desconstruir o legado de Roosevelt, promovendo uma ordem mundial baseada na força, sob o pretexto do combate ao inimigo comunista, cujo poderio e intenções foram dramaticamente exagerados.

Contra esse cenário, os países da América Latina foram forçados a se engajar no conflito ideológico, mergulhando em um processo antinacional do qual ainda não se livrou. Um marco deste processo foi a promoção do golpe de Estado contra o presidente da Guatemala, Jacobo Arbenz, em 1954, diretamente dirigido pelos irmãos Dulles, com a intervenção direta da CIA, que abriu caminho para uma pletora de outras intervenções políticas em toda a região.
Porém, embora tais ações sejam bem documentadas, menos conhecido é o outro braço com o qual essa estrutura de “governo mundial” oligárquico operava e fomentava as oposições radicais de esquerda – o que era feito por meio do CMI e, em especial, as redes da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos em países em desenvolvimento (principalmente, na América do Sul), que atuavam na região desde as primeiras décadas do século XX.
A tragédia da “Cláusula de Culpabilidade” de Versalhes

Seria uma boa sugestão que a Comissão da Verdade revisasse as consequências históricas da chamada “Cláusula de Culpabilidade da Guerra”, como é conhecido o artigo 231, seção VII, que trata das reparações de guerra do Tratado de Versalhes, que encerrou a I Guerra Mundial. Aqui, não nos referimos ao fato de que o Estado brasileiro já vem pagando uma espécie de “reparação de guerra” às vítimas reais e supostas do período da repressão política. O relevante são as lições de como a imputação à Alemanha de toda a culpabilidade pelo conflito, com o consequente estabelecimento das impagáveis reparações de guerra, provocaram um enorme ressentimento na sociedade alemã, o qual foi a causa direta da emergência do regime nazista, que soube explorar o sentido de injustiça das negociações de Versalhes, impulso que desembocou, inevitavelmente, nas tragédias da II Guerra Mundial.

Vale destacar que John Foster Dulles foi um dos mentores da “Cláusula de Culpabilidade”, na condição de assessor do presidente Woodrow Wilson (1913-1921) nas conferências de Paris. Com tais motivações, a ênfase do Tratado de Versalhes não era a paz mundial, mas a intenção de dobrar a nação alemã aos desígnios da emergente hegemonia anglo-americana, em sua pretensão de estabelecer uma estrutura de “governo mundial”.

Em Versalhes, como durante a Guerra Fria, pouco se mostraram os sentimentos ecumênicos cristãos do ex-pastor presbiteriano John Foster Dulles. Por isso, seria de bom alvitre que a Comissão da Verdade se instruísse melhor sobre as consequências potencialmente ruinosas de tais agendas sectárias para a harmonia das nações. Do tortuoso caminho da tradição legal da “Cláusula de Culpabilidade” de Versalhes, que esta no “DNA” do CMI, pode existir um atalho de saída para a “Cláusula do Perdão” que regeu os históricos acordos de Westfália. Os dois caminhos apontam para destinos divergentes – mas apenas um leva aos reais interesses das nações e seus povos.



Comentário

Félix Maier

O Conselho Mundial das Igrejas Cristãs (CMIC) ou Christian Church World Council é um célebre onagro, com sede em Genebra. Desde a década de 1930 investe contra a instituição do Estado nacional. No Brasil, tem como ponta de lança o MST e o Foro de São Paulo.

Na letra “I” de suas “DIRETRIZES BRASIL Nº 4 – ANO “0”, de 1981, lê-se: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfrute pelas grandes civilizações europeias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.

Em 1997, o Cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, denunciou o CMIC por sua atuação em favor de movimentos armados marxistas na América Central.

Leia mais:

- Interferência do CMIC no Brasil





DIRETRIZES DO CONCÍLIO ECUMÊNICO CRISTÃO PARA O BRASIL
CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL
Genebra, julho de 1981
Exposição 03/81
DIRETRIZES BRASIL Nº 4 - Ano "0"
Para: Organizações Sociais Missionárias no Brasil
1 - Como resultado dos congressos realizados neste ano e no ano passado, englobando 12 organismos científicos dedicados ao estudo das populações minoritárias no mundo, emitimos estas diretrizes, por delegação de poderes, com total unanimidade de votos menos um dos presentes no "1º Simposium Mundial sobre Divergências Interétnicas na América do Sul".
2 - São líderes deste movimento: a) Le Comité International de la Défense de l'Amazonie; b) Inter-American Indian Institute; c) The International Ethnical Survival; d) The International Cultural Survival; e) Workgroup for Indigenous Affairs; f) The Berna-Geneve Ethnical Institute e este Conselho Coordenador.
3 - Foram contemplados com diretrizes específicas os seguintes países: Venezuela nº 1; Colômbia nº 2; Peru nº 3; Brasil nº 4, cabendo a Diretriz nº 5 aos demais países da América do Sul.
DIRETRIZES
A - A Amazônia Total, cuja maior área fica no Brasil, mas compreendendo também parte dos territórios venezuelano, colombiano e peruano, é considerada por nós como um patrimônio da humanidade. A posse dessa imensa área pelos países mencionados é meramente circunstancial, não só por decisão
de todos os organismos presentes ao Simpósio como também por decisão filosófica dos mais de mil membros que compõem os diversos Conselhos de Defesa dos Índios e do Meio Ambiente.
B - É nosso dever defender, prevenir, impedir, lutar, insistir, convencer, enfim, esgotar todos os recursos que, devida ou indevidamente, possam redundar na defesa, na segurança, na preservação desse imenso território e dos seres humanos que o habitam e que são patrimônio da humanidade e não patrimônio dos países cujos territórios, pretensamente, dizem lhes pertencer.
C - É nosso dever impedir em qualquer caso a agressão contra toda a área amazônica, quando essa se caracterizar pela construção de estradas, campos de pouso, principalmente quando destinados a atividades de garimpo, barragens de qualquer tipo ou tamanho, obras de fronteira, civis ou militares, tais como quartéis, estradas, limpeza de faixas, campos de pouso militares e outros que signifiquem a tentativa de modificações ou do que a civilização chama de progresso.
D - É nosso dever: manter a floresta amazônica e os seres que nela vivem, como os índios, os animais silvestres e os elementos ecológicos, no estado em que a natureza os deixou antes da chegada dos europeus. Para tanto, é nosso dever evitar a formação de pastagens, fazendas, plantações e culturas de qualquer tipo que possam ser consideradas como agressão ao meio.
E - É nosso principal dever preservar a unidade das várias nações indígenas que vivem no território amazônico, provavelmente há milênios. É nosso dever evitar o fracionamento do território dessas nações, principalmente por meio de obras de qualquer natureza, tais como estradas públicas ou privadas, ou ainda alargamento, por limpeza ou desmatamento, de faixas de fronteira, construção de campos de pouso em seus territórios. É nosso dever considerar
como meio natural de locomoção em tais áreas apenas os cursos de água em geral, desde que navegáveis. É nosso dever permitir apenas o tráfego com animais de carga, por trilhas na floresta, de preferência as formadas pelos silvícolas.
F - É nosso dever definir, marcar, medir, unir, expandir, consolidar,
independentizar por restrição de soberania, as áreas ocupadas pelos
indígenas, considerando as suas nações, dando-lhes forma jurídica definida. A forma jurídica a ser dada a tais nações incluirá a propriedade da terra, que deverá compreender o solo, o subsolo e tudo que neles existir, tanto em forma de recursos naturais renováveis como não-renováveis. É nosso dever preservar e evitar, em caráter de urgência, até que as novas nações estejam
estruturadas, qualquer ação de mineração, garimpagem, construção de de estradas, formação de vilas, fazendas, plantações de qualquer natureza, enfim, qualquer ação dos governos das nações compreendidas no item 3 desta.
G - É nosso dever: a pesquisa, a identificação e a formação de líderes que se unam à nossa causa, que é a sua causa. É nosso dever principal transformar tais líderes em líderes nacionais dessas nações. É nosso dever identificar personalidades poderosas, aptas a defender os seus direitos a qualquer preço e que possam ao mesmo tempo liderar os seus comandos, sem restrições.
H - É nosso dever exercer forte pressão junto às autoridades locais desse país, para que não só respeitem o nosso objetivo, mas o compreendam, apoiando-nos em todas as nossas diretrizes. É nosso dever conseguir o mais rápido possível emendas constitucionais no Brasil, Venezuela e Colômbia, para que os objetivos destas diretrizes sejam garantidas por preceitos constitucionais.
I - É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico. Para que as diretrizes aqui estabelecidas sejam concretizadas e cumpridas, com base no acordo geral de julho passado, é preciso ter sempre em mente o seguinte:
a) Angariar o maior número possível de simpatizantes, principalmente entre pessoas ilustres, como é o caso de Gilberto Freire no Brasil, bem como principalmente entre políticos, sociólogos, antropólogos, geólogos, autoridades governamentais, indigenistas e outros de importante influência, como é o caso de jornalistas e seus veículos de imprensa. Cada simpatizante
deve ser instruído para que consiga mais 10, esses 10 e cada um deles mais 10 e assim sucessivamente, até formarmos um corpo de simpatizantes de grande valor.
b) Maximizar, na medida do possível, a carga de informações, aperfeiçoar o Centro Ecumênico de Documentação e, a partir dele, alimentar os países e seus veículos de divulgação com toda sorte de informações.
c) Enfatizar o lado humano, sensível das comunicações, permitindo que o objetivo básico permaneça embutido no bojo da comunicação, evitando discussões em torno do tema. No caso dos países abrangidos por estas diretrizes, é preciso levar em consideração a pouca cultura de seus povos, a pouca perspicácia de seus políticos ávidos por votos que a Igreja prometerá em abundância.
d) Criticar todos os atos governamentais e de autoridades em geral, de tal modo que nosso ideal continue presente em todos os veículos de comunicação dos países amazônicos, principalmente no Brasil, sempre que ocorra uma agressão à Amazônia e às suas populações indígenas.
e) Educar e ensinar a ler os povos indígenas, em suas línguas maternas, incutindo-lhes coragem, determinação, audácia, valentia e até um pouco de espírito agressivo, para que aprendam a defender os seus direitos. É preciso levar em consideração que os indígenas desses países são apáticos, subnutridos e preguiçosos. É preciso que eles vejam o homem branco como um inimigo permanente, não somente dele, índio, mas também do sistema ecológico da Amazônia. É preciso despertar algum orgulho que o índio tenha dentro de si. É preciso que o índio veja e tenha consciência de que o missionário é a única salvação.
f) É preciso infiltrar missionários e contratados, inclusive não-religiosos, em todas as nações indígenas. Aplicar o Plano de Base das Missões, que se coaduna com a presente Diretriz e, dentro do mesmo, a posição de nossos homens em todos os setores da atividade pública, é muito importante para viabilizar estas diretrizes.
g) É preciso reunir as associações de antropologia, sociologia e outras em torno do problema, de tal maneira que sempre que necessitemos de assessoria, tenhamos essas associações ao nosso lado.
h) É preciso insistir no conceito de etnia, para que desse modo seja
despertado o instinto natural de segregação, do orgulho de pertencer a uma nobreza étnica, da consciência de ser melhor que o homem branco.
i) É preciso confeccionar mapas para delimitar as nações dos indígenas, sempre maximizando as áreas, sempre pedindo três ou quatro vezes mais, sempre reivindicando a devolução da terra do índio, pois tudo pertencia a ele. Dentro dos territórios dos índios deverão permanecer todos os recursos que provoquem o desmatamento, buracos, a presença de máquinas pertencentes
ao homem branco. Dentre esses recursos, os mais importantes são riquezas minerais que devem ser consideradas como reservas estratégicas das nações, a serem exploradas oportunamente.
j) É preciso lutar com todas as forças pelo retorno da Justiça. O que
pertenceu ao índio deve ser devolvido ao índio, para que o esbulho seja compensado com pesadas indenizações. Uma estrada desativada já ocasionou prejuízos com desmatamento e morte de animais. Uma mina já causou prejuízos com buracos e poluição, porém o prejuízo maior foi com o mineral que foi furtado do índio. Os índios não devem aceitar construções civis feitas pelo
homem branco: eles devem preservar a sua cultura, tradição e seus costumes a qualquer preço.
k) É preciso defender os índios dos órgãos públicos ou privados, criados para defendê-los ou administrar as suas vidas. Tais órgãos, tanto os existentes no Brasil -Serviço de Proteção ao Índio- como em outros países, não defendem os interesses dos índios.
i) É preciso manter as autoridades em geral sobre pressão crítica, para finalmente evitar que os seus atos, aparentemente simples, não se transformem em desgraça para os índios. Nunca se deve deixar de protestar contra qualquer ato que contrarie as diretrizes aqui compreendidas.

SUPORTE E EXPLICAÇÕES
I - As verbas para o início do cumprimento desta etapa já se acham
depositadas, cabendo a distribuição ao Conselho de Curadores definir e avaliar a distribuição. Da verba SA 4-81, 60% serão destinadas ao Brasil, 25% à Venezuela e 15% à Colômbia. Ficarão sem verbas até 1988 o Peru e os demais países da América do Sul.
II - Os contratados serão de inteira responsabilidade dos organismos encarregados da operação.
III - Os relatórios serão enviados mensalmente e o sistema de arquivo não deverá ser liberado para o normativo do arquivo ecumênico, pelo fato de existirem etapas que não integram o convênio com a Igreja Católica desses países.
IV - É vedado e proibido aos Conselhos regionais instalados em tais países dirigir-se diretamente aos nossos provedores, para fim de requisição de verbas, sob qualquer pretexto que seja. Todas as doações serão centralizadas em Berna.
V - Será permitido estipular pequenas verbas, distintas da verba principal, para fins de dar suporte a operações paralelas, não compreendidas nestas diretrizes. As quantias representativas dessas pequenas verbas devem ser devidamente especificadas, tanto quanto à sua origem como em relação à sua destinação.
VI - No que concerne à transmissão e tramitação de documentos e informações, são válidas de modo geral as seguintes instruções: para verbas, o Gen. 79-3; para assuntos políticos, o Gen. 80-12; para assuntos de sigilo máximo, o Gen. 79-7 em toda sua gama e em todos os seus aspectos, sem exceção. O expediente do acordo sobre a presente diretriz deverá chegar aqui ao mais tardar dentro de 30 dias da data do recebimento desta e estará sujeito à Norma Gen. 79-7.
VII - O endereço continuará sendo mantido sob a senha "GOTLIEB", principalmente por causa dos colombianos.
É o que foi decidido. (ass. ileg.) - H. V. Hobberg (ass. ileg.) - S.B.
Samuelson
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NADA MAIS constava do documento acima, que devolvo junto com esta tradução, que conferi, achei conforme e assino. DOU FÉ.
São Paulo, 22 de julho de 1987
Walter H. R. Frank
Tradutor Público
Documento do Conselho Mundial das Igrejas Cristãs ensina estratégia para tomar a Amazônia dos brasileiros
Jorge Serrão*
Os brasileiros não têm projeto claro e não sabem direito o que fazer para conservar a Amazônia. Mas a Oligarquia Financeira Transnacional e seus agentes conscientes de atuação sabem direitinho. Circula na internet um velho documento da CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL (Conselho Mundial das Igrejas Cristãs), datado de março de 1981, destinado às Organizações Sociais Missionárias no Brasil. O monstrengo veio à tona, em 1º de dezembro de 1999, graças a um trabalho do Centro de Desenvolvimento de Empresários e Administradores Líderes (CDEAL-Manaus). Uma cópia deste mesmo texto foi distribuída, na terça-feira passada, aos participantes do seminário sobre Soberania da Amazônia, em São Paulo.

O texto do documento DIRETRIZES BRASIL N.º 4 - ANO "0" revela a estratégia que vem sendo executada, há quase três décadas, para retirar a soberania do Brasil sobre a região (que o nosso País, a bem da verdade, não ocupa nem conserva devidamente). O documento defende a manutenção da segregação dos indígenas, impedindo-os de se integrarem à comunidade brasileira, para que se mantenham em “Nações Indígenas” independentes. Outro conceito equivocado, defendido pelo Conselho das Igrejas, é “preservação” da Amazônia – mantendo-a intocada, o máximo possível, para impedir que o Brasil a conserve e explore em favor do nosso desenvolvimento.

Em pelo menos duas das diretrizes, em letras garrafais, fica evidente como funciona a guerra assimétrica (ideológica) contra o Brasil e os eventuais defensores da Conservação da Amazônia por aqui: “Angariar o maior número possível de simpatizantes, principalmente entre pessoas ilustres, como é o caso de Gilberto Freire no Brasil, bem como e principalmente entre políticos, sociólogos, antropólogos, geólogos, autoridades governamentais, indigenistas e outros de importante influência, como é o caso de jornalistas e seus veículos de imprensa. Cada simpatizante deve ser instruído para que consiga mais 10, esses 10 e cada um deles mais 10 e assim sucessivamente, até formarmos um corpo de simpatizantes de grande valor”.

A outra diretriz segue a mesma linha estratégica de guerra psicológica: “É preciso manter as autoridades em geral sob pressão crítica, para finalmente evitar que os seus atos, aparentemente simples, não se transformem em desgraça para os índios. Nunca se deve deixar de protestar contra qualquer ato que contrarie as diretrizes aqui compreendidas”. Uma outra diretriz deve servir de reflexão ao Supremo Tribunal Federal, que vai julgar o caso Raposa do Sol: “É nosso dever definir, marcar, medir, unir, expandir, consolidar, independer por restrição de soberania, as áreas ocupadas pelos indígenas, considerando-as suas nações. É nosso dever promover a reunião das nações indígenas em uniões de nações, dando-lhes forma jurídica definida. A forma jurídica a ser dada a tais nações incluirá a propriedade da terra, que deverá compreender o solo, o subsolo e tudo que neles existir, tanto em forma de recursos naturais renováveis como não renováveis”.

*Jornalista, Radialista e Publicitário




Mensalão no STF:

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,
Daniel Dantas, João Batista de Abreu,
Márcio Alaor de Araújo,
Ivan Guimarães, Ricardo Annes Guimarães,
Flávio Pentagna Guimarães,
Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira
e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"


Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:


Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):
Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.
O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]

Veja o mensalão em história de quadrinhos:

- Facool - História em quadrinhos relata a história do mensalão

- Imagens de mensalão em história de quadrinhos

- A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube

- Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos

- Folha de S.Paulo conta bastidores do "mensalão" em quadrinhos


Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:


Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil


Para conhecer o terrorismo biológico de petistas contra plantações de cacau no Sul da Bahia clique em

Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964: O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 – Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva


Chutes no traseiro: dê com força, que eu gosto...

No texto "Mas como aconteceu?", o general Azevedo fala da ignominiosa cavardia de nossos chefes militares, de "dar as costas" à canalha esquerdista, ou seja, de não responder devidamente aos ataques que vêm de todos os lados contra as Forças Armadas, especialmente contra o Exército. Lembro-me de um ditado árabe que diz, "se você não quiser levar um soco no estômago, dê as costas ao adversário". É o que os chefes militares estão fazendo há muitos anos. Ao dar as costas, eles não levam socos no estômago, mas acabam levando chutes no traseiro. Como os chutes no traseiro são cada vez mais fortes, e eles não reclamam, supõe-se que estão gostando de apanhar. Masoquistas, querem é mais chute na bunda! Pois então, dá-lhe pontapé! Que seja cada vez mais forte, até que abandonem a covardia. Enfim, é a "síndrome de Pilatos" em ação: “Parece uma informação médica, mas trata-se, na realidade, de uma forma de conduta que autoridades têm se valido com muita frequência nos dias de hoje. Isso é tão mais grave, na medida em que a isenção de responsabilidade envolve questões de dolo moral e ético, presenciada por muitos, e criminosa quando se trata de ações realizadas no passado” (Capitão-de-Mar-e-Guerra Waldemar da Mouta Campello Filho, in “Síndrome de Pilatos” - http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=65355&cat=Artigos&vinda=S, acesso em 17/9/2012). (F. Maier)


Faça o download do ORVIL - O Livro Negro do Terrorismo no Brasil: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

LIVRO NEGRO DO TERRORISMO NO BRASIL:


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2
TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 3

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 4

 

CRISTOFOBIA: Conheça os crimes desses selvagens, os fanáticos islâmicos:

Dezenas de cristãos são crucificados no Egito

Julio Severo: Dezenas de cristãos são crucificados no Egito

Cristãos e opositores do governo egípcio são crucificados

Imagens de cristãos são crucificados no egito

50 cristãos queimados vivos na casa de um pastor na Nigéria

IMAGENS DE CRISTÃOS QUEIMADOS VIVOS NA NIGÉRIA

21 cristãos mortos em atentado numa Igreja de Alexandria



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