MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Terrorismo no Brasil: Todas as pessoas mortas por terroristas de esquerda

12/01/2010

às 15:29

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1 – OS 19 ASSASSINADOS ANTES DO AI-5


O que é que os livros de história e boa parte da imprensa escondem de você, leitor? Apenas a verdade.

As esquerdas alegam que o Regime Militar, ao longo de 21 anos, matou 424 dos seus militantes. É um número provavelmente inflado. Mortos comprovados são 293 – os outros constam como “desaparecidos” e se dá de barato que tenham sido mortos por “agentes do regime”. Nessa conta, diga-se, estão quatro militantes da ALN-Molipo que foram mortos pelos próprios “companheiros”. Ela também inclui os que morreram de arma na mão no Araguaia – já lembro a lista total. Este post tem outro objetivo. E, antes que prossiga, uma questão de princípio: não deveria ter morrido uma só pessoa depois de rendida pelo Estado. Ponto final. Não há o que discutir sobre este particular.

O que não se diz é que o terrorismo de esquerda matou nada menos de 119 pessoas, muitas delas sem qualquer vinculação com a luta política. Quase ninguém sabe disso. Também se consolidou uma outra brutal inverdade histórica, segundo a qual as ações armadas da esquerda só tiveram início depois do AI-5, de 13 de dezembro de 1968. É como se, antes disso, os esquerdistas tivessem se dedicado apenas à resistência pacífica.

Neste primeiro post sobre as vítimas dos terroristas de esquerda, listo apenas as pessoas mortas antes do AI-5: nada menos de 19. Em muitos casos, aparecem os nomes dos assassinos.

Se vocês forem procurar na lista dos indenizados com a Bolsa Ditadura, muitos homicidas estão lá, sendo beneficiados por sua “luta contra a ditadura”. Ou, então, suas respectivas famílias recebem o benefício, e o terrorista é alçado ao panteão dos heróis. Quem fez a lista dos assassinados pela esquerda é o grupo Terrorismo Nunca Mais. “Ah, lista feita pelo pessoal da direita não vale!!!” E a feita pela extrema esquerda? Vale? Ademais, estes fatos estão devidamente documentados. Seguem os nomes das 19 pessoas assassinadas antes do AI-5 e, sempre que possível, de seus algozes. Ao longo do dia, publicarei os outros 100 nomes.

Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, eles não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Mentira.

AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

1 –12/11/64 – Paulo Macena, Vigia – RJ
Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto

2 –27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército – Paraná
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

3 –25/07/66 – Edson Régis de Carvalho, Jornalista – PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

4 –25/07/66 – Nelson Gomes Fernandes, almirante – PE
Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino, guarda civil, teve a perna direita amputada.

5 –28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade – Cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

6 –24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Zé Dico) – fazendeiro – SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

7 –15/12/67 – Osíris Motta Marcondes, bancário – SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

8 –10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima – Marinha Mercante – Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

9 –31/05/68 – Ailton de Oliveira, guarda Penitenciário – RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o“embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani.

10 –26/06/68- Mário Kozel Filho – Soldado do Exército – SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

11 –27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos – civil – RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

12-27/06/68 – Nelson de Barros – Sargento PM - RJ
No dia 21/06/68, conhecida como a“Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

13 –01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen – major do Exército Alemão – RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.

14 –07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza – Soldado PM – SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

15 –20/09/68 – Antônio Carlos Jeffery – Soldado PM – SP
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”,ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

16- 12/10/68– Charles Rodney Chandler – Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”,composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua mulher, Joan, e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

17 – 24/10/68– Luiz Carlos Augusto – civil – RJ
Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.

18 –25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite – civil – RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

19 –07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia – Civil – SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.

Por Reinaldo Azevedo




TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 3


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 4





Melô do mensalão

Félix Maier

dezembro de 2005

Delúbio Soares riu na cara de todos os brasileiros ao dizer que, no futuro, as denúncias da corrupção petista, como o mensalão, serão apenas uma piada de salão. Lula, dentro do mesmo espírito de deboche, disse que mensalão não existe, no máximo será tema de sambistas e pagodeiros para o próximo carnaval. É o cúmulo do cinismo, pois a Polícia Federal descobriu que, somente nas empresas de Marcos Valério, foram encontradas mais de 80.000 notas frias. Como disse Diogo Mainardi na revista Veja(nº 1934, de 7/12/2005), "Lula já teria sido deposto se jornais, revistas e redes de televisão não estivessem tomados por seus partidários". Nem foi preciso Mainardi lembrar as falanges petistas que protegem o corrupto regime comunofascista de Lula, fazendo marchas de protestos a favor, como a UNE, a CUT e o MST, em troca de farta verba pública. A corrupção sistêmica da República dos Barbudinhos está sendo acintosamente ignorada pela OAB e pela ABI, que dinamitaram Collor e se calam covardemente diante de uma corrupção mil vezes mais grave.

Atendendo à proposta de Lula, fiz uma singela composição, Melô do mensalão. A letra deverá ser marcada em ritmo de rap(ritmo e palavrão), gênero musical preferido de marginais como os traficantes de drogas dos morros cariocas. Uma questão de coerência.



Refrão:

Já disse com muito veneno

Zulaiê Cobra numa piada de salão:

Na República dos Bandidos,

O chefe é o Bandidão (bis)

Lula, alienado como um mongol,

Repete que não sabe de nada não.

Que tudo é tramóia das elites,

Que querem pisá-lo no chão.

Apesar das 80.000 notas frias de Valério,

Lula diz que não existe mensalão.

A gente manda o homem pro Pinel

Ou para uma cela do cadeião?

Refrão...

Muito antes da roubalheira atual,

Já tinha malandro de montão.

A CPI do Banestado foi enterrada

Por mais de um Mentor de plantão.

Atendendo a petistas e tucanos,

As investigações foram pro lixão.

Isso prova que Lula e FHC

São gêmeos siameses, mermão!

Refrão...

A máfia não gosta só de dólares

Pra forrar o largo cuecão.

Tem contas em paraísos fiscais,

Pra enfrentar qualquer furacão.

Enquanto prega o desarmamento,

Põe na cintura um tresoitão.

De Toninho do PT a Celso Daniel

Já foram nove pro caixão.

Refrão...

Não é só de dinheiro

Que vive a Bancada do Mensalão.

Alugaram uma casa em Brasília

Pra dar asas à imaginação.

Contrataram as meninas de Mary Corner

Pra baixar o tesão.

O professor estava certo

Ao bater no Zé com o bengalão.

Refrão...

O comunista Aldo "Dia do Saci" Rebelo,

Foi eleito pela Frente do Mensalão.

Ateu, o substituto de Severino

Falou a frase mais engraçada da estação:

Pediu para que o coronel Nhô Cêncio

Não brigasse, “pelo amor de Deus!”, no verde salão.

Arthur Virgílio e o grampinho ACM Neto

Prometeram dar uma surra no Lula, na mão.

Refrão...

Roberto Jefferson estava certo

Ao apontar o dedo na cara do Frestão:

Sai rapidinho daí, Zé, senão

Você leva o presidente de roldão.

Abi Ackel não viu nada de anormal

Dentro da CPI do Mensalão.

A única coisa que ele enxerga

É pedra preciosa na mão...

Refrão...

A bordo do Air Force 51 (Aerolula),

O presidente passeia pelo sertão.

O Bolsa-Família se tornou

O voto de curral em moderna versão.

Bem-vindo dinheiro de Cuba e de Angola,

E de estatais e fundos de pensão!

Apesar da roubalheira petista,

Lula sobe nas pesquisas de opinião.

Que nação!



Mensalão no STF:

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,

Daniel Dantas, João Batista de Abreu, Márcio Alaor de Araújo,

Ricardo Annes Guimarães, Flávio Pentagna Guimarães,

Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira

e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"



Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:


























Autópsia da corrupção:Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):

Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1]mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresáriobrasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.

O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]


Veja o mensalão em história de quadrinhos:

Facool - História em quadrinhos relata a históriado mensalão


Imagens de mensalão em história de quadrinhos


A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube


Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos


Folha de S.Paulo conta bastidores do"mensalão"em quadrinhos




Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:







Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil




Para conhecer o terrorismo biológico de petistas contra plantações de cacau no Sul da Bahia clique em




Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964:O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 –Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva

Faça o download do ORVIL - O Livro Negro do Terrorismo no Brasil: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf


LIVRO NEGRO DO TERRORISMO NO BRASIL:


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 3

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 4

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Revisionismo esquerdista a serviço da desinformação



Revisionismo esquerdista a
serviço da desinformação

Félix Maier
 


   Paulo Fonteles Filho é filho de Paulo Fonteles, ex-deputado e advogado de posseiros no Sul do Pará, assassinado em 1987. Em seu blog, Fonteles Filho se apresenta orgulhosamente como “comunista”, apesar desta peste vermelha ter ocasionado o assassinato de 110 milhões de pessoas ao redor do planeta: Nasci nos cárceres da repressão política brasileira e os brutamontes diziam que ‘Filho desta raça não deve nascer’. Sou filho de um ventre rebelde, rubro. Sou comunista desde tenra idade e vou levando na lapela a rosa vermelha da esperança.”

    Um dos textos de Fonteles Filho,  A guerra biológica no Araguaia, já começa com o título errado: se realmente foi utilizado o Aldrin no Araguaia, com propósito militar, o correto seria chamar isso de "guerra química", não "biológica". Quem entende de guerra biológica  - ou melhor, de terrorismo biológicosão alguns petistas, que deliberadamente propagaram a praga da vassoura-de-bruxa no sul da Bahia -  cfr. em http://veja.abril.com.br/210606/p_060.html.

   Em seu livro MATA! - O Major Curió e as guerrilhas do Araguaia (1), Leonencio Nossa faz uma permanente comparação da violência dos militares na campanha contra Canudos com a Guerrilha do Araguaia - com louvores a Lampião: “O Exército tinha distribuído Aldrin nas cabanas de castanheiros. No Araguaia, não foi respeitada a lei de Lampião, que não envenenava riachos por onde passavam inimigos” (op. cit. pg. 193).

   O Aldrin era um inseticida utilizado no Brasil nos anos de 1960 e 70 como agrotóxico, além do DDT e BHC, entre outros, que foram proibidos no Brasil a partir de 1985, por decreto federal. Se houve morte de guerrilheiro do PCdoB por ingestão ou contágio de Aldrin, isso foi um caso isolado, não devido a uma “guerra química” promovida pelo Exército, como sugere o articulista vermelho, Fonteles Filho. Além do mais, o aldrin era um produto de fácil alcance por qualquer um, seja posseiro, guerrilheiro ou combatente militar, e qualquer pessoa desses grupos poderia ter sido contaminada devido à manipulação indevida do produto.
 

   Quanto a Leonencio Nossa afirmar que o Exército envenenou riachos com o aldrin, uma crueldade que nem o querido Lampião fez, é delírio puro. Se algum rio foi contaminado por aldrin ou qualquer outro agrotóxico, isso ocorreu devido à sua utilização na lavoura, não que foi lançado diretamente no rio pelos militares. Afinal, estes também dependiam dos rios e igarapés para sua sobrevivência na selva.
 

   O que todo combatente militar de selva sabe é que algumas tribos indígenas, como a etnia Sateré-Mawé, utilizam o cipó timbó, que é venenoso, para a pesca. A imersão do timbó na água libera um veneno que age no sistema nervoso cerebral do peixe, que perde o equilíbrio e fica boiando na água, facilitando sua captura. O rios Mawé e Andirá, por exemplo, são rios mortos, não têm vida, devido a essa prática indígena. O efeito do veneno do timbó nos rios pode permanecer durante 10 anos - um verdadeiro desastre ecológico, que lembra o antigo uso de dinamite para pesca.

   A revisão histórica é benéfica, desde que os críticos se atenham a critérios científicos tão ou até mais rigorosos do que aqueles que nortearam a história original.
 

   É comum entre esquerdistas realizar a revisão da História, de modo que ela fique igual à sua cara, a cara da mentira. O "historiador" José Chiavenato - fonte de consulta do articulista vermelho -, com seu livro Genocídio americano: a guerra do Paraguai, não tem credibilidade nenhuma em seu revisionismo rasteiro sobre a Guerra do Paraguai, em que tenta classificar Caxias e o Conde D'Eu como combatentes monstruosos, e que o Brasil estaria a serviço do império britânico, para massacrar o país "mais progressista" da América do Sul. “Historiadores militares de gabarito assinalaram, nessa obra de Chiavenato, mais de 30 erros históricos comprovados e outras tantas distorções da verdade comprovando o relativismo e o absolutismo com que o autor manipulou a história” (PEDROSA: 2008, 69). (2)
 

   O Brasil, no início de Guerra do Paraguai, era um "império desarmado". “A proposta liberal de Adam Smith em A Riqueza das Nações, em moda durante a segunda metade do século XIX, induzira no Brasil um certo descuido com o exército profissional, embora o famoso pensador sempre propugnasse por uma força militar organizada para fundamentar e garantir o progresso e a segurança da nação (PEDROSA, 2004: 209 - capítulo “Império Desarmado”). (3)
 

   A Guerra do Paraguai só tem uma história: o Brasil, com muito custo, conseguiu reunir 15.000 homens armados, para se defender da agressão de Solano López, à frente de um exército de 64.000 homens, que aprisionou um navio brasileiro (em que viajava o presidente da Província de Mato Grosso), invadiu o Mato Grosso, ocupando parte desse território por três anos, violou o território da Argentina e chegou a conquistar Uruguaiana.

   Todo país tem o direito natural de se defender contra a agressão estrangeira. Foi o que o Brasil fez contra o Paraguai e ponto final.
 

   Todo revisionista vermelho deveria ter passado pelo menos 15 anos num gulag soviético, ou 10 anos numa “leoneira” (4) cubana, para dar valor à liberdade e à democracia, que tanto prega - apenas da boca para fora, já que defende, até hoje, regimes totalitários, como o de Cuba.
 

   A recente história do Brasil é uma só: os militares evitaram que o Brasil se transformasse num imenso “Cubão”, no dizer de Elio Gaspari. Daí o revanchismo da esquerda, derrotada ontem e hoje no poder, em sua prática de satanizar as Forças Armadas, com o propósito de se perpetuar no poder. Um exemplo desse maniqueísmo pueril, em que os antigos terroristas são apresentados como heróis, e os militares como bandidos, é a famigerada Comissão Nacional da Verdade - o Pravda tupiniquim - que tenta reescrever a história dos governos militares pós-1964 dentro da ótica marxista da desinformação.

 

   Notas:
 

   (1) NOSSA, Leonencio. MATA! O Major Curió e as Guerrilhas no Araguaia. Companhia das Letras, São Paulo, 2012.


   (2) PEDROSA, J. F. Maya. O Revisionismo Histórico Brasileiro - Uma proposta para discussão. Bibliex, Rio, 2008.

   (3) PEDROSA, J. F. Maya. A Catástrofe de Erros - Razões e Emoções na Guerra contra o Paraguai. Bibliex, Rio, 2004.

   (4) Leoneira - Solitária ambulante, feita de seis lados de grades de ferro, onde o preso não pode se deitar, nem ficar de pé. Tipo de tortura adotada em Cuba durante a ditadura de Fidel Castro, onde os presos são largados no teto do presídio, alternando altas temperaturas do sol durante o dia com baixa temperatura à noite. O escritor Pedro Juan Gutiérrez, autor de Trilogia suja de Havana, esteve preso em tal jaula.
 

 










quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Terroristas querem impedir a venda do ORVIL

QUEREM JOGAR O ORVIL NA FOGUEIRA

 





A terrorista Ana Bursztyn, apoiada pela OAB/RJ, está entrando na Justiça com uma ação para impedir a publicação e divulgação do livro ORVIL, de 963 páginas, recentemente publicado pela Editora Schoba, Salto, SP, e cujo lançamento foi feito recentemente, dia 20 de novembro no Clube Militar, com enorme repercussão PRINCIPALMENTE no meio militar.

O ORVIL, que está na Internet pelo menos a 30 anos, detalha enorme número, ou quase todos, dos episódios mais importantes da luta armada e foi elaborado pelo Centro de Inteligência do Exército (CIEx) por ordem do General Leonidas Pires Gonçalves quando era Ministro.

No ORVIL, páginas 484 e 500, constam as principais atividades subversivas da pretendente de garrotear a verdade. Vamos pegar em armas, como ela fez, para difundir a verdade, dona MaoTseTyn?


Obs.:

- Continue a leitura clicando no texto postado pelo coronel Lício Maciel em seu blog - QUEREM JOGAR O ORVIL NA FOGUEIRA.

- O arco-íris, acima, foi um agradecimento dos céus, ocorrido no dia em que José Dirceu e quadrilheiros foram condenados por corrupção ativa (F. Maier).


 

A Comissão da Verdade e o Conselho Mundial de Igrejas

A Comissão da Verdade e o Conselho Mundial de Igrejas

Lorenzo Carrasco
3 de outubro de 2012 (www.msia.org.br)

A chamada Comissão da Verdade não tem qualquer intenção de estabelecer a realidade dos fatos históricos, com vistas a proporcionar um benefício maior para a sociedade, mas se move, tão somente, como instrumento de um impulso revanchista de demonstrar a culpabilidade institucional das Forças Armadas e condenar o Estado brasileiro pela repressão às insurgências armadas contra o regime militar de 1964-1985.

Tal objetivo ficou evidenciado com a anunciada decisão de limitar unilateralmente o seu escopo de ação a “investigar os crimes praticados por agentes públicos na ditadura”, sem qualquer concessão a um entendimento objetivo daquele período histórico e, menos ainda, ao necessário estabelecimento de uma harmonia institucional tão necessária nestes tempos de crise global. Crise que, inevitavelmente, tende a se aprofundar, com efeitos agravados, dos quais o Brasil não poderá se esquivar e terá que estar preparado para enfrentar.

Com semelhante agenda, as turbulências geradas pelo trabalho da comissão poderão superar por larga margem quaisquer aspectos positivos decorrentes dessa interpretação peculiar dos direitos humanos, interpretados sob uma ótica ideológica estreita e desvinculados dos interesses maiores da harmonia nacional. Para buscar, realmente, uma verdade histórica vinculada ao bem comum da nação, uma Comissão da Verdade à altura das responsabilidades impostas pelo momento histórico deveria ter como propósito final o estabelecimento de um principio de conciliação, que foi a motivação da Lei da Anistia, que permitiu o retorno à normalidade democrática do País, ainda antes do término do regime militar. Não se trata de um princípio utópico, pois foi a motivação das chamadas “cláusulas de perdão” dos acordos de Westfália de 1648, que encerraram a Guerra dos Trinta Anos, que devastou a Europa Ocidental na primeira metade do século XVII, em uma escala incomparavelmente mais sangrenta do que os conflitos do período abordado pela comissão.

Para uma investigação objetiva daquele período histórico, seria preciso começar com uma avaliação do cenário com o qual o País se defrontava na época e as causas da exacerbação das paixões políticas na década de 1960. Pode-se indagar como as elites brasileiras (entendendo-se a expressão no seu sentido mais amplo) aceitaram a dinâmica da Guerra Fria, de uma forma que dividiu as forças políticas nacionais e debilitou a ideia de um projeto nacional, que vinha se desenvolvendo desde a Revolução Tenentista da década de 1920 e foi uma das forças motrizes da industrialização e modernização do País. Tanto o primeiro período de Getúlio Vargas (1930-1945) – que também é permanentemente atacado como um regime de exceção -, como o projeto de desenvolvimento que se seguiu até a década de 1980, integraram esse projeto nacional. Por ironia, o fim do regime militar também implicou no fim desse projeto nacional, substituído por uma mescla pouco coerente de interesses e direitos individuais ou setoriais, em grande medida conflitantes entre si e divorciados dos interesses maiores da sociedade em conjunto – modelo que, em última análise, está na raiz da crise global, por ter superado todos os limites da sua disfuncionalidade intrínseca.

A pergunta que cabe é: a quem interessa esse estado de coisas? A quem beneficia fomentar os ressentimentos internos e a desarmonia da sociedade brasileira, cujos anseios passam longe das intenções da Comissão da Verdade, imposta por minorias ideológicas com forte apoio internacional? A quem beneficia que o Brasil não possa estar unido, civis e militares, em um novo projeto nacional voltado para o desenvolvimento pleno do País e uma meta de garantia da dignidade de todos os cidadãos e famílias brasileiros?

Como veremos a seguir, tais campanhas revanchistas contra as instituições dos Estados nacionais não são promovidas por interesses nacionais legítimos, mas por interesses oligárquicos internacionais, integrantes de uma estrutura de poder sediada no eixo anglo-americano e empenhada no estabelecimento de instituições de “governo mundial”.

O maior apoiador da Comissão da Verdade é o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), entidade que, desde a sua criação, no final da década de 1940, integra o projeto de estabelecimento de um “governo mundial” situado acima da “influência demoníaca da soberania nacional”, como escreveu um de seus mentores. E, para se debilitar uma sociedade por dentro, não há instrumento melhor do que explorar sentimentos humanitários, supostamente religiosos ou ecumênicos. Desde antes da instauração do regime militar, o CMI já estava em campo para os seus desígnios no Brasil. Ele foi a força motriz externa da chamada Teologia da Libertação, que estava no ideário dos principais grupos armados que operaram no País, e sua atuação se deu em estreita coordenação com certos setores do aparato de inteligência anglo-americano.

Em junho de 2011, o CMI repassou ao Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, cerca de 4 mil páginas de documentos relacionados ao projeto Brasil: Nunca Mais!, que se encontravam em sua sede em Genebra, Suíça. Mais tarde, em novembro, o moderador do Comitê Central do CMI, o ex-pastor Walter Altmann, encontrou-se em Brasília com a ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário, para manifestar o apoio do CMI à constituição da Comissão da Verdade. Na ocasião, Altmann entregou à ministra uma cópia em espanhol do livro O Acompanhamento, de Chuck Harper, que relata o apoio do CMI às iniciativas de defesa dos direitos humanos na América Latina, entre as décadas de 1970 e 1990. O titulo completo do livro, publicado em 2006, é O Acompanhamento: Ecumenical Action for Human Rights in Latin America 1970-1990, apresentado por Harper como uma “história da resistência cristã no Brasil” (sic).

Chuck Harper nasceu no Brasil em 1933, filho de missionários presbiterianos estadunidenses que emigraram em 1926. Durante toda a sua vida adulta, tem sido um ativista internacional da Igreja Presbiteriana dos EUA e do CMI, atuando em campanhas de direitos humanos, especialmente no Brasil e nas nações africanas de língua portuguesa. Uma de suas funções foi monitorar o governo militar brasileiro, produzindo relatórios que, agora, foram entregues à Comissão da Verdade. Em entrevista publicada em 15 de julho de 2011, pelo Serviço de Informação da Igreja Presbiteriana dos EUA, ele explicou: ”Os arquivos em questão foram relatos extensivos e altamente detalhados sobre cada pessoa sequestrada, torturada, interrogada e morta pelas forças de segurança. Os oficiais do Exército brasileiro eram obsessivos em guardar arquivos.”
Prosseguindo, diz a nota:
Em 14 de junho, o secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas, reverendo Olav Fykse Tveit, o líder luterano brasileiro reverendo Walter Altmann, o moderador do Comitê Central do CMI e outros líderes cristãos entregaram aos promotores públicos brasileiros três caixas de registros de arquivos.
A transferência formal ocorreu no Gabinete do Procurador-Geral em São Paulo, diante de funcionários governamentais e líderes da Igreja, inclusive dois representantes de organizações ecumênicas que foram torturados pelos militares.
“Agora, os brasileiros podem saber o que aconteceu enquanto viviam sob o regime militar. Esta é uma parte importante do processo da verdade”, disse Harper à PNS. “O conjunto total dos documentos chega a mais de um milhão de páginas.”
Alguns dos documentos estavam guardados em instituições nos EUA e outros nos arquivos do CMI em Genebra.
Harper atuou de 1973 a 1992 como coordenador do Programa de Direitos Humanos na América Latina do CMI, desempenhando um papel chave na reunião e preservação da documentação brasileira. Ele também trabalhou em projetos de justiça para os povos das colônias portuguesas na África, no início da década de 1970.
Os documentos dos arquivos de Genebra estão sendo examinados pela equipe do Procurador-Geral e, em seguida, serão confiados ao ministro da Justiça do Brasil.
“Esses [documentos] estavam contidos em um dos arquivos de processos legais realizados nos tribunais militares brasileiros, durante o período de 1964 a 1979. Milhares desses registros foram obtidos dos arquivos do Exército, com base nas provisões da [Lei da] anistia”, disse Harper.
Eles foram copiados clandestinamente e catalogados, tornando-se um registro paralelo ao dos próprios arquivos de torturas das autoridades militares. Em 1986, a Arquidiocese de São Paulo, dirigida pelo arcebispo cardeal Paulo Evaristo Arns e apoiada pelo Conselho Mundial de Igreja, publicou um relatório chamado Brasil: Nunca Mais.

Harper foi amigo íntimo e atuou em estreita coordenação com o pastor Jaime Wright (1927-1999), que foi um dos principais líderes presbiterianos do Brasil e, juntamente com Evaristo Arns e o rabino estadunidense Henry Sobel, um dos líderes da comunidade judaica em São Paulo, os responsáveis pela publicação do livro Brasil: Nunca Mais.

A agenda secreta do CMI

Uma contundente denúncia sobre o insidioso papel desestabilizador do CMI partiu do cardeal Joseph Ratzinger, então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano [hoje papa Bento XVI]. Em uma entrevista à Folha de S. Paulo de 10 de junho de 1997, ele afirmou: “Grande parte dos bispos católicos da América Latina se lamentam comigo do fato de que o Conselho Ecumênico de Igrejas [como o CMI também é conhecido] tem dado grande ajuda a movimentos de subversão, ajuda que talvez tivesse boas intenções, mas que acabou sendo bastante danosa para o Evangelho.”

No Brasil, essa campanha de subversão permanente transcende a frente dos direitos humanos. De fato, o CMI tem financiado e promovido diversas iniciativas contra o desenvolvimento e a soberania do País, com ênfase nas questões agrárias, ambientais e indigenistas, além de ser um dos principais promotores das campanhas de desarmamento civil. Entre as organizações não-governamentais (ONGs) que recebem o seu apoio direto, destacam-se o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Via Campesina, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Instituto Socioambiental (ISA). Praticamente cada grande projeto de infraestrutura e logística implementado no País, nas últimas décadas, tem se defrontado direta ou indiretamente com uma ação do CMI.

Em linhas gerais, pode-se afirmar que o CMI está engajado em uma autêntica “guerra de quarta geração” contra o Estado nacional brasileiro, manipulando setores de sua própria sociedade contra os seus próprios interesses.

A atuação política do CMI pode dar a impressão de que a sua origem se situa no campo da ideologia marxista, mas a realidade é que esta configuração foi apenas a mais conveniente para os desígnios de subversão dos Estados nacionais soberanos, pretendidos pelos seus criadores. Os recursos para a fundação da entidade, em 1948, provieram da Fundação John D. Rockefeller, ele próprio um entusiasta das “causas ecumênicas” para combater as raízes católicas do subcontinente ibero-americano, sendo o principal promotor da agenda de penetração das igrejas pentecostais na América Latina, desde o início do século passado.
A utilização da defesa dos direitos humanos, como um instrumento de debilitação dos Estados nacionais e o favorecimento das estruturas de “governo mundial”, foi meticulosamente planejada como uma estratégia de longo prazo. Durante a Conferência de Paris, em 1919, após o término da I Guerra Mundial, grupos da elite anglo-americana emergente, herdeiros do ideal imperial britânico, se uniram com o propósito deliberado de transformar a recém-criada Liga das Nações em uma estrutura de governança mundial. Ali se idealizou a criação do que mais tarde seria o CMI, que seria uma “igreja do governo mundial”, um novo Pantheon romano, supostamente, ecumênico e cristão. Foi esta a raiz da difusão de um ecumenismo internacionalista sui generis, associado a uma teologia política, um “evangelho social”, de onde se alimentou mais tarde a Teologia da Libertação (daí vem o parentesco carnal do CMI com esta última).

Entre os mentores da agenda, destacam-se:

- Philip Henry Kerr, marquês de Lothian (1882-1940), membro destacado do Kindergarten de lorde Alfred Milner, um dos principais grupos de articulação do Establishment britânico da época;
- Leonel Curtis (1872-1955), fundador do Royal Institute for International Affairs (RIIA) de Londres (1920) e do Council on Foreign Relations (CFR) de Nova York (1921), instituições que, desde a sua criação, têm servido como centros de articulação do poder anglo-americano que herdou a teia de interesses coloniais britânicos;
- Sir Alfred Eckhard Zimmern (1879-1957), historiador britânico, membro do Departamento de Inteligência Política, criado pelo Foreign Office em 1918, para preparar a ordem mundial do pós-guerra;
- John Foster Dulles (1888 -1959), cofundador do CFR, funcionário de John D. Rockefeller e secretário de Estado no governo Eisenhower (1953-1961). Seu irmão Allen Dulles foi diretor da CIA durante o mesmo período. Os irmãos Dulles eram filhos de um proeminente pastor presbiteriano e John F. Dulles foi, ele próprio, o mais alto representante da Igreja Presbiteriana dos EUA e presidente do Conselho Nacional de Igrejas dos Estados Unidos. Tais vínculos não deixam dúvidas que a Igreja Presbiteriana dos EUA e, por meio dela, o CMI, foram e, provavelmente, continuam sendo parte fundamental dos serviços de inteligência da oligarquia anglo-americana.

Os quatro personagens acima citados tinham ligações com o missionário escocês J.H. Oldham (1874-1969), que foi uma peça fundamental no desenvolvimento da rede do ecumenismo missionário que resultou na criação do CMI, em 1948.

A Guerra Fria, em grande medida fomentada por ele próprio, proporcionou a esse aparato de poder oligárquico a oportunidade para perpetuar o sistema colonial, que deveria ter desaparecido com o colapso do Império Britânico e seus similares europeus, tal como imaginava o presidente Franklin D. Roosevelt (1933-1945) em seus planos para o pós-guerra. Com o conflito Leste-Oeste, os reformadores do Império Britânico e os interesses liderados pela família Rockefeller nos EUA se encargaram de desconstruir o legado de Roosevelt, promovendo uma ordem mundial baseada na força, sob o pretexto do combate ao inimigo comunista, cujo poderio e intenções foram dramaticamente exagerados.

Contra esse cenário, os países da América Latina foram forçados a se engajar no conflito ideológico, mergulhando em um processo antinacional do qual ainda não se livrou. Um marco deste processo foi a promoção do golpe de Estado contra o presidente da Guatemala, Jacobo Arbenz, em 1954, diretamente dirigido pelos irmãos Dulles, com a intervenção direta da CIA, que abriu caminho para uma pletora de outras intervenções políticas em toda a região.
Porém, embora tais ações sejam bem documentadas, menos conhecido é o outro braço com o qual essa estrutura de “governo mundial” oligárquico operava e fomentava as oposições radicais de esquerda – o que era feito por meio do CMI e, em especial, as redes da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos em países em desenvolvimento (principalmente, na América do Sul), que atuavam na região desde as primeiras décadas do século XX.
A tragédia da “Cláusula de Culpabilidade” de Versalhes

Seria uma boa sugestão que a Comissão da Verdade revisasse as consequências históricas da chamada “Cláusula de Culpabilidade da Guerra”, como é conhecido o artigo 231, seção VII, que trata das reparações de guerra do Tratado de Versalhes, que encerrou a I Guerra Mundial. Aqui, não nos referimos ao fato de que o Estado brasileiro já vem pagando uma espécie de “reparação de guerra” às vítimas reais e supostas do período da repressão política. O relevante são as lições de como a imputação à Alemanha de toda a culpabilidade pelo conflito, com o consequente estabelecimento das impagáveis reparações de guerra, provocaram um enorme ressentimento na sociedade alemã, o qual foi a causa direta da emergência do regime nazista, que soube explorar o sentido de injustiça das negociações de Versalhes, impulso que desembocou, inevitavelmente, nas tragédias da II Guerra Mundial.

Vale destacar que John Foster Dulles foi um dos mentores da “Cláusula de Culpabilidade”, na condição de assessor do presidente Woodrow Wilson (1913-1921) nas conferências de Paris. Com tais motivações, a ênfase do Tratado de Versalhes não era a paz mundial, mas a intenção de dobrar a nação alemã aos desígnios da emergente hegemonia anglo-americana, em sua pretensão de estabelecer uma estrutura de “governo mundial”.

Em Versalhes, como durante a Guerra Fria, pouco se mostraram os sentimentos ecumênicos cristãos do ex-pastor presbiteriano John Foster Dulles. Por isso, seria de bom alvitre que a Comissão da Verdade se instruísse melhor sobre as consequências potencialmente ruinosas de tais agendas sectárias para a harmonia das nações. Do tortuoso caminho da tradição legal da “Cláusula de Culpabilidade” de Versalhes, que esta no “DNA” do CMI, pode existir um atalho de saída para a “Cláusula do Perdão” que regeu os históricos acordos de Westfália. Os dois caminhos apontam para destinos divergentes – mas apenas um leva aos reais interesses das nações e seus povos.



Comentário

Félix Maier

O Conselho Mundial das Igrejas Cristãs (CMIC) ou Christian Church World Council é um célebre onagro, com sede em Genebra. Desde a década de 1930 investe contra a instituição do Estado nacional. No Brasil, tem como ponta de lança o MST e o Foro de São Paulo.

Na letra “I” de suas “DIRETRIZES BRASIL Nº 4 – ANO “0”, de 1981, lê-se: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfrute pelas grandes civilizações europeias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.

Em 1997, o Cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, denunciou o CMIC por sua atuação em favor de movimentos armados marxistas na América Central.

Leia mais:

- Interferência do CMIC no Brasil





DIRETRIZES DO CONCÍLIO ECUMÊNICO CRISTÃO PARA O BRASIL
CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL
Genebra, julho de 1981
Exposição 03/81
DIRETRIZES BRASIL Nº 4 - Ano "0"
Para: Organizações Sociais Missionárias no Brasil
1 - Como resultado dos congressos realizados neste ano e no ano passado, englobando 12 organismos científicos dedicados ao estudo das populações minoritárias no mundo, emitimos estas diretrizes, por delegação de poderes, com total unanimidade de votos menos um dos presentes no "1º Simposium Mundial sobre Divergências Interétnicas na América do Sul".
2 - São líderes deste movimento: a) Le Comité International de la Défense de l'Amazonie; b) Inter-American Indian Institute; c) The International Ethnical Survival; d) The International Cultural Survival; e) Workgroup for Indigenous Affairs; f) The Berna-Geneve Ethnical Institute e este Conselho Coordenador.
3 - Foram contemplados com diretrizes específicas os seguintes países: Venezuela nº 1; Colômbia nº 2; Peru nº 3; Brasil nº 4, cabendo a Diretriz nº 5 aos demais países da América do Sul.
DIRETRIZES
A - A Amazônia Total, cuja maior área fica no Brasil, mas compreendendo também parte dos territórios venezuelano, colombiano e peruano, é considerada por nós como um patrimônio da humanidade. A posse dessa imensa área pelos países mencionados é meramente circunstancial, não só por decisão
de todos os organismos presentes ao Simpósio como também por decisão filosófica dos mais de mil membros que compõem os diversos Conselhos de Defesa dos Índios e do Meio Ambiente.
B - É nosso dever defender, prevenir, impedir, lutar, insistir, convencer, enfim, esgotar todos os recursos que, devida ou indevidamente, possam redundar na defesa, na segurança, na preservação desse imenso território e dos seres humanos que o habitam e que são patrimônio da humanidade e não patrimônio dos países cujos territórios, pretensamente, dizem lhes pertencer.
C - É nosso dever impedir em qualquer caso a agressão contra toda a área amazônica, quando essa se caracterizar pela construção de estradas, campos de pouso, principalmente quando destinados a atividades de garimpo, barragens de qualquer tipo ou tamanho, obras de fronteira, civis ou militares, tais como quartéis, estradas, limpeza de faixas, campos de pouso militares e outros que signifiquem a tentativa de modificações ou do que a civilização chama de progresso.
D - É nosso dever: manter a floresta amazônica e os seres que nela vivem, como os índios, os animais silvestres e os elementos ecológicos, no estado em que a natureza os deixou antes da chegada dos europeus. Para tanto, é nosso dever evitar a formação de pastagens, fazendas, plantações e culturas de qualquer tipo que possam ser consideradas como agressão ao meio.
E - É nosso principal dever preservar a unidade das várias nações indígenas que vivem no território amazônico, provavelmente há milênios. É nosso dever evitar o fracionamento do território dessas nações, principalmente por meio de obras de qualquer natureza, tais como estradas públicas ou privadas, ou ainda alargamento, por limpeza ou desmatamento, de faixas de fronteira, construção de campos de pouso em seus territórios. É nosso dever considerar
como meio natural de locomoção em tais áreas apenas os cursos de água em geral, desde que navegáveis. É nosso dever permitir apenas o tráfego com animais de carga, por trilhas na floresta, de preferência as formadas pelos silvícolas.
F - É nosso dever definir, marcar, medir, unir, expandir, consolidar,
independentizar por restrição de soberania, as áreas ocupadas pelos
indígenas, considerando as suas nações, dando-lhes forma jurídica definida. A forma jurídica a ser dada a tais nações incluirá a propriedade da terra, que deverá compreender o solo, o subsolo e tudo que neles existir, tanto em forma de recursos naturais renováveis como não-renováveis. É nosso dever preservar e evitar, em caráter de urgência, até que as novas nações estejam
estruturadas, qualquer ação de mineração, garimpagem, construção de de estradas, formação de vilas, fazendas, plantações de qualquer natureza, enfim, qualquer ação dos governos das nações compreendidas no item 3 desta.
G - É nosso dever: a pesquisa, a identificação e a formação de líderes que se unam à nossa causa, que é a sua causa. É nosso dever principal transformar tais líderes em líderes nacionais dessas nações. É nosso dever identificar personalidades poderosas, aptas a defender os seus direitos a qualquer preço e que possam ao mesmo tempo liderar os seus comandos, sem restrições.
H - É nosso dever exercer forte pressão junto às autoridades locais desse país, para que não só respeitem o nosso objetivo, mas o compreendam, apoiando-nos em todas as nossas diretrizes. É nosso dever conseguir o mais rápido possível emendas constitucionais no Brasil, Venezuela e Colômbia, para que os objetivos destas diretrizes sejam garantidas por preceitos constitucionais.
I - É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico. Para que as diretrizes aqui estabelecidas sejam concretizadas e cumpridas, com base no acordo geral de julho passado, é preciso ter sempre em mente o seguinte:
a) Angariar o maior número possível de simpatizantes, principalmente entre pessoas ilustres, como é o caso de Gilberto Freire no Brasil, bem como principalmente entre políticos, sociólogos, antropólogos, geólogos, autoridades governamentais, indigenistas e outros de importante influência, como é o caso de jornalistas e seus veículos de imprensa. Cada simpatizante
deve ser instruído para que consiga mais 10, esses 10 e cada um deles mais 10 e assim sucessivamente, até formarmos um corpo de simpatizantes de grande valor.
b) Maximizar, na medida do possível, a carga de informações, aperfeiçoar o Centro Ecumênico de Documentação e, a partir dele, alimentar os países e seus veículos de divulgação com toda sorte de informações.
c) Enfatizar o lado humano, sensível das comunicações, permitindo que o objetivo básico permaneça embutido no bojo da comunicação, evitando discussões em torno do tema. No caso dos países abrangidos por estas diretrizes, é preciso levar em consideração a pouca cultura de seus povos, a pouca perspicácia de seus políticos ávidos por votos que a Igreja prometerá em abundância.
d) Criticar todos os atos governamentais e de autoridades em geral, de tal modo que nosso ideal continue presente em todos os veículos de comunicação dos países amazônicos, principalmente no Brasil, sempre que ocorra uma agressão à Amazônia e às suas populações indígenas.
e) Educar e ensinar a ler os povos indígenas, em suas línguas maternas, incutindo-lhes coragem, determinação, audácia, valentia e até um pouco de espírito agressivo, para que aprendam a defender os seus direitos. É preciso levar em consideração que os indígenas desses países são apáticos, subnutridos e preguiçosos. É preciso que eles vejam o homem branco como um inimigo permanente, não somente dele, índio, mas também do sistema ecológico da Amazônia. É preciso despertar algum orgulho que o índio tenha dentro de si. É preciso que o índio veja e tenha consciência de que o missionário é a única salvação.
f) É preciso infiltrar missionários e contratados, inclusive não-religiosos, em todas as nações indígenas. Aplicar o Plano de Base das Missões, que se coaduna com a presente Diretriz e, dentro do mesmo, a posição de nossos homens em todos os setores da atividade pública, é muito importante para viabilizar estas diretrizes.
g) É preciso reunir as associações de antropologia, sociologia e outras em torno do problema, de tal maneira que sempre que necessitemos de assessoria, tenhamos essas associações ao nosso lado.
h) É preciso insistir no conceito de etnia, para que desse modo seja
despertado o instinto natural de segregação, do orgulho de pertencer a uma nobreza étnica, da consciência de ser melhor que o homem branco.
i) É preciso confeccionar mapas para delimitar as nações dos indígenas, sempre maximizando as áreas, sempre pedindo três ou quatro vezes mais, sempre reivindicando a devolução da terra do índio, pois tudo pertencia a ele. Dentro dos territórios dos índios deverão permanecer todos os recursos que provoquem o desmatamento, buracos, a presença de máquinas pertencentes
ao homem branco. Dentre esses recursos, os mais importantes são riquezas minerais que devem ser consideradas como reservas estratégicas das nações, a serem exploradas oportunamente.
j) É preciso lutar com todas as forças pelo retorno da Justiça. O que
pertenceu ao índio deve ser devolvido ao índio, para que o esbulho seja compensado com pesadas indenizações. Uma estrada desativada já ocasionou prejuízos com desmatamento e morte de animais. Uma mina já causou prejuízos com buracos e poluição, porém o prejuízo maior foi com o mineral que foi furtado do índio. Os índios não devem aceitar construções civis feitas pelo
homem branco: eles devem preservar a sua cultura, tradição e seus costumes a qualquer preço.
k) É preciso defender os índios dos órgãos públicos ou privados, criados para defendê-los ou administrar as suas vidas. Tais órgãos, tanto os existentes no Brasil -Serviço de Proteção ao Índio- como em outros países, não defendem os interesses dos índios.
i) É preciso manter as autoridades em geral sobre pressão crítica, para finalmente evitar que os seus atos, aparentemente simples, não se transformem em desgraça para os índios. Nunca se deve deixar de protestar contra qualquer ato que contrarie as diretrizes aqui compreendidas.

SUPORTE E EXPLICAÇÕES
I - As verbas para o início do cumprimento desta etapa já se acham
depositadas, cabendo a distribuição ao Conselho de Curadores definir e avaliar a distribuição. Da verba SA 4-81, 60% serão destinadas ao Brasil, 25% à Venezuela e 15% à Colômbia. Ficarão sem verbas até 1988 o Peru e os demais países da América do Sul.
II - Os contratados serão de inteira responsabilidade dos organismos encarregados da operação.
III - Os relatórios serão enviados mensalmente e o sistema de arquivo não deverá ser liberado para o normativo do arquivo ecumênico, pelo fato de existirem etapas que não integram o convênio com a Igreja Católica desses países.
IV - É vedado e proibido aos Conselhos regionais instalados em tais países dirigir-se diretamente aos nossos provedores, para fim de requisição de verbas, sob qualquer pretexto que seja. Todas as doações serão centralizadas em Berna.
V - Será permitido estipular pequenas verbas, distintas da verba principal, para fins de dar suporte a operações paralelas, não compreendidas nestas diretrizes. As quantias representativas dessas pequenas verbas devem ser devidamente especificadas, tanto quanto à sua origem como em relação à sua destinação.
VI - No que concerne à transmissão e tramitação de documentos e informações, são válidas de modo geral as seguintes instruções: para verbas, o Gen. 79-3; para assuntos políticos, o Gen. 80-12; para assuntos de sigilo máximo, o Gen. 79-7 em toda sua gama e em todos os seus aspectos, sem exceção. O expediente do acordo sobre a presente diretriz deverá chegar aqui ao mais tardar dentro de 30 dias da data do recebimento desta e estará sujeito à Norma Gen. 79-7.
VII - O endereço continuará sendo mantido sob a senha "GOTLIEB", principalmente por causa dos colombianos.
É o que foi decidido. (ass. ileg.) - H. V. Hobberg (ass. ileg.) - S.B.
Samuelson
------------------------------
--------------------------
NADA MAIS constava do documento acima, que devolvo junto com esta tradução, que conferi, achei conforme e assino. DOU FÉ.
São Paulo, 22 de julho de 1987
Walter H. R. Frank
Tradutor Público
Documento do Conselho Mundial das Igrejas Cristãs ensina estratégia para tomar a Amazônia dos brasileiros
Jorge Serrão*
Os brasileiros não têm projeto claro e não sabem direito o que fazer para conservar a Amazônia. Mas a Oligarquia Financeira Transnacional e seus agentes conscientes de atuação sabem direitinho. Circula na internet um velho documento da CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL (Conselho Mundial das Igrejas Cristãs), datado de março de 1981, destinado às Organizações Sociais Missionárias no Brasil. O monstrengo veio à tona, em 1º de dezembro de 1999, graças a um trabalho do Centro de Desenvolvimento de Empresários e Administradores Líderes (CDEAL-Manaus). Uma cópia deste mesmo texto foi distribuída, na terça-feira passada, aos participantes do seminário sobre Soberania da Amazônia, em São Paulo.

O texto do documento DIRETRIZES BRASIL N.º 4 - ANO "0" revela a estratégia que vem sendo executada, há quase três décadas, para retirar a soberania do Brasil sobre a região (que o nosso País, a bem da verdade, não ocupa nem conserva devidamente). O documento defende a manutenção da segregação dos indígenas, impedindo-os de se integrarem à comunidade brasileira, para que se mantenham em “Nações Indígenas” independentes. Outro conceito equivocado, defendido pelo Conselho das Igrejas, é “preservação” da Amazônia – mantendo-a intocada, o máximo possível, para impedir que o Brasil a conserve e explore em favor do nosso desenvolvimento.

Em pelo menos duas das diretrizes, em letras garrafais, fica evidente como funciona a guerra assimétrica (ideológica) contra o Brasil e os eventuais defensores da Conservação da Amazônia por aqui: “Angariar o maior número possível de simpatizantes, principalmente entre pessoas ilustres, como é o caso de Gilberto Freire no Brasil, bem como e principalmente entre políticos, sociólogos, antropólogos, geólogos, autoridades governamentais, indigenistas e outros de importante influência, como é o caso de jornalistas e seus veículos de imprensa. Cada simpatizante deve ser instruído para que consiga mais 10, esses 10 e cada um deles mais 10 e assim sucessivamente, até formarmos um corpo de simpatizantes de grande valor”.

A outra diretriz segue a mesma linha estratégica de guerra psicológica: “É preciso manter as autoridades em geral sob pressão crítica, para finalmente evitar que os seus atos, aparentemente simples, não se transformem em desgraça para os índios. Nunca se deve deixar de protestar contra qualquer ato que contrarie as diretrizes aqui compreendidas”. Uma outra diretriz deve servir de reflexão ao Supremo Tribunal Federal, que vai julgar o caso Raposa do Sol: “É nosso dever definir, marcar, medir, unir, expandir, consolidar, independer por restrição de soberania, as áreas ocupadas pelos indígenas, considerando-as suas nações. É nosso dever promover a reunião das nações indígenas em uniões de nações, dando-lhes forma jurídica definida. A forma jurídica a ser dada a tais nações incluirá a propriedade da terra, que deverá compreender o solo, o subsolo e tudo que neles existir, tanto em forma de recursos naturais renováveis como não renováveis”.

*Jornalista, Radialista e Publicitário




Mensalão no STF:

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,
Daniel Dantas, João Batista de Abreu,
Márcio Alaor de Araújo,
Ivan Guimarães, Ricardo Annes Guimarães,
Flávio Pentagna Guimarães,
Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira
e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"


Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:


Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):
Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.
O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]

Veja o mensalão em história de quadrinhos:

- Facool - História em quadrinhos relata a história do mensalão

- Imagens de mensalão em história de quadrinhos

- A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube

- Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos

- Folha de S.Paulo conta bastidores do "mensalão" em quadrinhos


Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:


Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil


Para conhecer o terrorismo biológico de petistas contra plantações de cacau no Sul da Bahia clique em

Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964: O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 – Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva


Chutes no traseiro: dê com força, que eu gosto...

No texto "Mas como aconteceu?", o general Azevedo fala da ignominiosa cavardia de nossos chefes militares, de "dar as costas" à canalha esquerdista, ou seja, de não responder devidamente aos ataques que vêm de todos os lados contra as Forças Armadas, especialmente contra o Exército. Lembro-me de um ditado árabe que diz, "se você não quiser levar um soco no estômago, dê as costas ao adversário". É o que os chefes militares estão fazendo há muitos anos. Ao dar as costas, eles não levam socos no estômago, mas acabam levando chutes no traseiro. Como os chutes no traseiro são cada vez mais fortes, e eles não reclamam, supõe-se que estão gostando de apanhar. Masoquistas, querem é mais chute na bunda! Pois então, dá-lhe pontapé! Que seja cada vez mais forte, até que abandonem a covardia. Enfim, é a "síndrome de Pilatos" em ação: “Parece uma informação médica, mas trata-se, na realidade, de uma forma de conduta que autoridades têm se valido com muita frequência nos dias de hoje. Isso é tão mais grave, na medida em que a isenção de responsabilidade envolve questões de dolo moral e ético, presenciada por muitos, e criminosa quando se trata de ações realizadas no passado” (Capitão-de-Mar-e-Guerra Waldemar da Mouta Campello Filho, in “Síndrome de Pilatos” - http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=65355&cat=Artigos&vinda=S, acesso em 17/9/2012). (F. Maier)


Faça o download do ORVIL - O Livro Negro do Terrorismo no Brasil: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

LIVRO NEGRO DO TERRORISMO NO BRASIL:


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2
TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 3

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 4

 

CRISTOFOBIA: Conheça os crimes desses selvagens, os fanáticos islâmicos:

Dezenas de cristãos são crucificados no Egito

Julio Severo: Dezenas de cristãos são crucificados no Egito

Cristãos e opositores do governo egípcio são crucificados

Imagens de cristãos são crucificados no egito

50 cristãos queimados vivos na casa de um pastor na Nigéria

IMAGENS DE CRISTÃOS QUEIMADOS VIVOS NA NIGÉRIA

21 cristãos mortos em atentado numa Igreja de Alexandria