MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012


Justiçamentos


Editado por Ternuma - http://www.ternuma.com.br/  



Dentre o extenso rol de crimes violentos cometidos pelos comunistas brasileiros - assassinatos, assaltos, explosões de bombas, seqüestros de diplomatas e de aviões, etc - um deles tornou-se o símbolo maior da violência desmedida, conseqüência inevitável de uma doutrina genocida: o denominado, por eles mesmos, de justiçamento.


O justiçamento foi empregado para assassinar os próprios comunistas considerados traidores e os seus inimigos, os integrantes das forças legais de segurança e todos aqueles que com elas colaboravam.


Não foram mortes causadas na paixão ou no ódio de um confronto. Não foram mortes involuntárias, surgidas por acaso, no fragor de alguma ação violenta. Não foram mortes aleatórias, cujos nomes só surgiam depois da explosão de uma bomba, depois de um assalto, depois de um seqüestro. Não foram nada disso.


O justiçamento praticado pelos comunistas foi o crime premeditado, extremadamente planejado, o crime frio e cruel de uma doutrina que sobrepunha os fins aos meios.


O justiçamento era o último capítulo de um longo processo, que começava por uma denúncia, que passava pelo julgamento de um pseudo "tribunal revolucionário", que gastava muito tempo em minuciosos levantamentos, que organizava um grupo de execução com militantes travestidos de carrascos e que se encerrava com o sangue do "justiçado" salpicando a propaganda do ato cometido, que escarnecia a vítima e, quixotescamente, tentava justificar um mero assassinato. E, tudo isso, a sangue frio, com o sangue congelado de uma doutrina que impunha a violência sobre a sociedade tida como algoz.


"Senhores da vida e da morte", os terroristas brasileiros ufanavam-se de que "guerrilheiros não matam por raiva, nem por impulso, pressa ou improvisação. Matam  com naturalidade. Não interessa o cadáver, mas seu impacto sobre o público."


"Donos da verdade", os comunistas brasileiros escarneciam das vítimas e ameaçavam. "Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que todos eles sentirão o peso da justiça revolucionária. Olho por olho, dente por dente".


Durante o negro período da luta armada, foram quase duas dezenas de justiçamentos conhecidos. Talvez outros ainda não descobertos. Vamos conhecer e nos horrorizar com cada um deles.


 

OUTROS JUSTIÇAMENTOS: A ESQUERDA MATANDO OS PRÓPRIOS COMPANHEIROS
J
USTIÇAMENTOS DO PCB: NO ESTADO NOVO



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