MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Coluna Prestes, uma Marcha de horrores


Juarez Távora com Luís Carlos Prestes (indicados pelas setas)

Cartas com relatos de saques e estupros: 
documentos na contramão da História oficial

Coluna Prestes, uma Marcha de horrores

Félix Maier

A "Coluna Prestes" foi um movimento político-militar de origem tenentista, que entre 1925 e 1927 se deslocou pelo Brasil pregando reformas políticas e sociais e combatendo o Governo do Presidente Arthur Bernardes. A Coluna percorreu cerca de 15 mil km antes de se dissolver e fugir para o Paraguai e a Bolívia. No entanto, a desinformação esquerdista fala em 25 mil e até 36 mil km!

O nome original da Coluna era Miguel Costa. Com o tempo, a esquerda se apossou da Coluna (roubar ações e ideias de outros é uma atividade primordial da esquerda) e a batizou de Prestes, passando a ser uma das mais célebres expressões de pau para o enaltecimento da vida e obra do agente moscovita chamado Luiz Carlos Prestes, que promoveu a fratricida Intentona Comunista no Brasil, em 1935.

Um conjunto de 28.000 cartas, manuscritos e fotos de Juarez Távora, tornados públicos em 1999 pelo CPDoc da Fundação Getúlio Vargas, e outros relatos comprovam que a “Marcha” não foi conduzida pelo “Cavaleiro da Esperança” (Prestes), como escreveu Jorge Amado, mas por um bando de cangaceiros, que impuseram o terror por onde passaram. “Um capitão escreveu aos líderes reclamando dos saques, estupros e incêndios causados pelos ‘revolucionários’ no Paraná, no Paraguai e no Mato Grosso. ‘Tropa que diz bater-se pela liberdade dum povo não pratica incêncios, saques e não viola senhoras indefesas, como até aqui se tem praticado’, escreveu o capitão Antonio Teodoro. Cinco anos antes da liberação desses documentos, a jornalista Eliane Brum tinha descoberto o mesmo rastro de crimes ao refazer o trajeto da Coluna Prestes. Entrevistando antigos moradores que presenciaram a passagem da Coluna, ela se deu conta de que a maioria deles guardava ódio de Prestes e seus seguidores. Histórias de violência eram comuns do Paraná à Paraíba. Como a de que os cavaleiros, ao passar pela cidade de Posse, hoje Tocantins, torturaram moradores para saber onde eles tinham escondido o gado. Perto dali, moradores disseram à jornalista que, em abril de 1926, integrantes da Coluna invadiram uma casa para estuprar uma mulher na frente de seu marido” (NARLOCH, 2009: 298) (*). A esse respeito, leia, ainda, as reportagens "Marcha dos horrores" (revista Veja” 9/6/1999) e “Os algozes da Coluna Prestes” (jornal Correio Braziliense, 20/6/1999).

Quanto mais crimes são denunciados, Prestes e Che Guevara se firmam cada vez mais como heróis da História de Pau Universal.

Em tempo: no último programa televisivo do PCdoB a que o Grupo Guararapes faz referência (leia texto abaixo), observou-se outra mentira: o Partido apresentou-se como sendo o precursor do comunismo no Brasil, não como uma dissidência do Partido Comunista Brasileiro (PCB). O PCB foi fundado em 25/3/1922 por nove comunistas, com a denominação Partido Comunista-Seção Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC), e não passava de uma sucursal do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), seguindo à risca seus Estatutos. O PCdoB, como prova a História, é uma facção do PCB, surgida em 1962 em função do XX Congresso do PCUS (1956), em que Kruschev deununciou os crimes de Stálin. A partir de então, o PCB passou a adotar a "coexistência pacífica" e a dar prioridade à "via eleitoral" para a conquista do poder. O PCdoB passou a pregar a luta armada para a conquista do poder, adotando o conceio revolucionário de Mao Tsé-Tung (maoísmo).

(*) NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da História do Brasil. Leya, São Paulo, 2009.


Polêmicas


http://artigos.tol.pro.br/portal/linguagem-pt/Coluna%20Prestes

No livro O Avesso da Lenda, a jornalista Eliane Brum refez 70 anos depois os 25 mil quilômetros da Coluna Prestes, e denunciou que estupros, saques e violência contra os moradores de pequenas cidades marcaram a Coluna Prestes.Em 1999, o Centro de Pesquisa e Documentação (CPDOC) da Fundação Getúlio Vargas, abriu um conjunto de 28 mil cartas, manuscritos e fotos de Juarez Távora. Um dos sobreviventes da Revolta do Forte de Copacabana, de 1922, a primeira revolta tenentista, Távora formava com Prestes e Miguel Costa a cúpula da Coluna. Entre a papelada de seu arquivo, havia cartas escritas e recebidas por esses líderes. As mensagens revelam que o grupo não era recebido com festas por onde passava - pelo contrário. Saques, estupros, assassinatos e outras atrocidades deixavam a população aterrorizada. Ao saber da chegada dos arruaceiros, a população costumava fugir para se livrar das atrocidades cometidas pelos invasores. NARLOCH, Leandro. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil . Editora Leya, 2009.



Marcha de horrores


Arquivos de Juarez Távora,
o segundo em comando,
revelam atrocidades da
soldadesca da Coluna Prestes


http://veja.abril.com.br/090699/p_148.html

Consuelo Dieguez

Os jovens revolucionários reunidos na lendária Coluna Prestes, que durante três anos percorreu 24 000 quilômetros pelo interior do país, em defesa de reformas sociais e políticas, eram recebidos como heróis pelas populações dos onze Estados por onde passaram. Pelo menos, é isso que os livros de História ensinam há mais de meio século. Até agora, os registros históricos indicavam que esse exército revolucionário, que entre 1924 e 1927 chegou a reunir 2 000 homens comandados pelo futuro líder comunista Luís Carlos Prestes, era saudado com fogos de artifício e bandas de música por onde passava. E recebia todo o apoio dos moradores para continuar sua marcha contra o governo do presidente Arthur Bernardes. Parte desse relato de heroísmos terá de ser revista. Os arquivos do general e ex-ministro Juarez Távora, o segundo homem na hierarquia da Coluna, abertos recentemente ao público pelo Centro de Pesquisa e Documentação, Cpdoc, da Fundação Getúlio Vargas, revelaram uma face vergonhosa de muitos dos bravos cavaleiros da Coluna. Em vários lugares por onde passaram, os soldados da Coluna espalharam terror entre a população praticando saques e violências dignos de um bando de salteadores.

Com 28.000 cartas, manuscritos, mapas e fotos, os arquivos abrangem mais de sessenta anos da vida de Távora, que morreu em 1975, aos 77 anos. "É o conjunto de documentos que retrata o cotidiano da Coluna Prestes com maior riqueza de detalhes", afirma a antropóloga Luciana Heymann, coordenadora do setor de documentação do Cpdoc. A importância dos papéis está em seu ineditismo. É a primeira vez que documentos comprovam algo que antes havia sido atestado somente pela memória oral dos habitantes das cidades percorridas pela Coluna. Os relatos das atrocidades cometidas por parte da tropa estão em diversas cartas enviadas ao comando do movimento, sobretudo por moradores, padres e autoridades dos lugares por onde marcharam. Até mesmo integrantes do exército revolucionário denunciaram por escrito os abusos incluindo-se aí estupro de "senhoras indefesas".

Por meio dessas cartas descobre-se, por exemplo, que, em vez de aguardar em festa a Coluna, moradores de vários lugarejos fugiam apavorados com a proximidade das tropas. Uma carta enviada pelo coronel João Ayres Joca, habitante de Porto Nacional, no norte de Goiás, aos principais homens do comando o general Miguel Costa, Prestes e Távora revela o pânico da população com a chegada dos combatentes. "A delicada missiva com que nos honrastes veio aliviar a nossa cidade da natural apreensão com a aproximação da Coluna", diz o militar. "Não se pôde, porém, impedir o esvaziamento quase completo da cidade", acrescenta.

No dia 14 de outubro de 1925, uma correspondência remetida ao general Miguel Costa pelo padre dominicano José Maria Amorim, diretor do Convento de Santa Rosa, também de Porto Nacional, confirma a impossibilidade de evitar o êxodo dos moradores da cidade. "Apesar dos esforços, retira-se grande parte da população", relata o padre, que em seguida faz um apelo dramático ao general. "Pedimos, suplicamos em nome deste povo portuense para que a passagem das tropas de vossa excelência não venha importunar e aumentar as dificuldades com que lutam nossos sertanejos." O pedido, contudo, parece não ter surtido efeito. Numa nova carta, escrita ao general sete dias depois, o mesmo padre protesta. "A passagem da Coluna revolucionária através de nossos sertões e por nossa cidade tem sido um lamentável desastre que ficará por alguns anos irreparável. Em poucos dias, nosso povo, na maioria pobre, viu-se reduzido à quase completa miséria", denuncia.

De alguma forma, o comando da Coluna admitia os excessos. Numa resposta ao padre, Prestes, Costa e Távora tentaram justificar os abusos. "Afiançamos-lhe que só temos retirado do patrimônio do povo aquilo que é indispensável às necessidades imprescindíveis da tropa", escreveram os chefes da Coluna. Em outra correspondência, contudo, o general Costa revelava-se vexado com a violência dos soldados comandados por ele. "(...) Envergonha não só a nossa causa como o Brasil. Além do roubo e da tentativa de incêndio, ficou provado o excesso nas libações alcoólicas", narrou o general, numa correspondência dirigida ao major Virgílio dos Santos, comandante de um dos destacamentos do movimento.

Mais dramáticos ainda são os relatos de um certo capitão Antônio Teodoro, também integrante da Coluna, ao próprio general Costa. Numa carta indignada, ele protesta contra as violências cometidas pelos soldados revolucionários, que, para ele, são motivo de "dolorosa decepção". "Na retirada de Catanduvas (no Paraná), os habitantes da Vila Benjamim já falavam contra os saques cometidos pelos soldados revolucionários. Até mesmo no Paraguai se pratica saque. No Mato Grosso, os saques e os incêndios eram freqüentes, sem motivos que os justificassem. Tropa que diz bater-se pela liberdade dum povo não pratica incêndios, saques e não viola senhoras indefesas, como até aqui se tem praticado." E faz uma crítica direta ao comando: "Os culpados foram punidos? Não! Não se encontraram responsáveis. Por quê?"

Os fatos que agora vêm à tona pelos arquivos de Távora são, de acordo com o historiador Edgard Carone, autor de A República Velha II Evolução Política e um dos maiores especialistas no assunto, os documentos mais concretos sobre as atrocidades cometidas pela Coluna. "Tínhamos alguma desconfiança de que foram praticados alguns atos violentos contra a população", afirma Carone. "Mas essas são as primeiras provas de que isso realmente aconteceu." Em sua opinião, contudo, esses episódios em nada diminuem a importância e a bravura da Coluna Prestes. "É preciso que se entenda que muitos desses homens não estavam acostumados à disciplina militar, pois foram se agregando ao grupo ao longo de sua marcha", justifica. Ainda que o valor histórico do movimento não se altere, os arquivos agora revelados mostram uma nova face da Coluna Prestes. Uma face cruel e desumana.



A história da Pátria sobrepõe-se aos homens



Todos os anos, após ser instalado o governo do PT, além da proibição das comemorações do aniversário da Contrarrevolução de 31 de março de 1964, a esquerda inicia,  através da mídia, uma campanha difamatória, cheia de inverdades, na tentativa de diminuir a  importância desse movimento, na história do nosso país.

No dia 29 de março próximo passado, um programa do PT, PC do B e  outros da esquerda, levado ao ar pela Rede Globo de Televisão,  enalteceu as figuras dos comunistas Carlos Prestes, Maurício Grabois, João Amazonas, Pedro Pomar, Marighella e outros mais.

       Neste comentário, vamos  referir-nos  ao que foi dito sobre Prestes, pois, os demais não merecem ser citados. Chamar Prestes de comandante  da "Coluna Prestes" é uma demonstração inequívoca de que o produtor do  programa desconhece a história do Brasil ou deliberadamente, alterou seus fatos.

       Prestes foi o comandante da Coluna do Centro da Divisão Revolucionária  do Nordeste do Rio Grande do Sul, com um efetivo abaixo  de 200  homens, e quando,  fazendo junção, em Foz do Iguaçu-Paraná com a 3ª  Brigada da Divisão de São Paulo, comandada pelo Major Miguel Costa,  com um total superior a  mais de 1300 homens, passou a formar a 1ª  Divisão Revolucionária, sob o comando do supracitado Oficial,  comissionado no posto de  General, da qual Prestes foi designado chefe  do seu Estado Maior O nome de outros brasileiros integrantes dessa Divisão, e que mais tarde destacaram-se, no cenário nacional, como: Juarez Távora, Djalma Soares Dutra, Siqueira Campos, Moreira Lima, João  Alberto e Cordeiro de Farias, não foram citados, no referido comentário.

        Chamar de Coluna Prestes e não de 1ª Divisão Revolucionária a tropa que excursionou pelo Brasil é desconhecer a nossa história, uma erro proposital criado pelos comunistas, atribuindo ao traidor  Prestes  todas as glórias da epopéia daqueles 1500 homens.

        A história já foi escrita, e assim, sendo, não pode a mesma ser modificada.

        O dia 31 de março, não é só para ser comemorado, como a data de aniversário da Contrarrevolução. Este dia simboliza a luta do nosso povo contra uma ideologia espúria, saindo às ruas, provocando a  intervenção das Forças Armadas, para que o Brasil continuasse livre e soberano.


Tags

América Latina | Argentina | Bolívia | Brasil | Castro | Che Guevara | Chávez | Colômbia | Colômbia. Farc | Cuba | Dilma Rousseff | Direito | Estados Unidos | Europa | FARC | FHC | Farc | Fidel Castro | Folha de S. Paulo | Foro de S. Paulo | Foro de São Paulo | Hitler | Honduras | Hugo Chávez | Igreja Católica | Islamismo | Israel | Jihad | Lula | MST | Marx | O Estado de São Paulo | O Globo | ONU | Obama | Oriente Médio | Rede Globo | Venezuela | aborto | ahmadinejad | ambientalismo | antissemitismo | brasil | capitalismo | cinema | ciência | comunismo | conservadorismo | cristianismo | cultura | cultural | denúncia | desinformação | direito | ditadura | doutrinação | economia | editorial | educação | eleições | esquerdismo | globalismo | governo do PT | história | holocausto | homeschooling | ideologia | islamismo | liberalismo | marxismo | media watch | movimento gay | movimento revolucionário | nazismo | notícias falantes | notícias faltantes | oriente médio | perseguição anticristã | politicamente correto | racismo | religião | revolução | socialismo | terrorismo | tortura | totalitarismo | 2012



Leia os textos de Félix Maier acessando os blogs e sites abaixo:

Blog do Félix Maier: PIRACEMA - Nadando contra a corrente

Mídia Sem Máscara – Félix Maier

Félix Maier- Usina de Letras

Nenhum comentário:

Postar um comentário