MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dilma foi torturada? Eu não acredito!

Os 5 cavaleiros do apocalipse latino-americano


por Félix Maier

(Publicado em Usina de Letras e no Mídia Sem Máscara em 22/5/2012)

O general Luiz Eduardo Rocha Paiva, em entrevista à jornalista Miriam Leitão, em março de 2012, colocou em dúvida a afirmação de Dilma Rousseff, antiga terrorista da VAR-Palmares, de que tenha sido torturada, como ela já afirmou inúmeras vezes. Eu também tenho dúvidas a respeito. Afinal, por que acreditar em uma mentirosa compulsiva, como Dilma? 

A propósito, a foto distribuída à imprensa, quando Dilma compareceu ao tribunal militar, mostra uma garota sapeca, em pleno vigor físico e nada lembra que tenha sofrido maus tratos quando esteve confinada na Torre das Donzelas...

Por que eu afirmo que Dilma é uma mentirosa compulsiva? Vejamos.

Quando Dilma era Chefe da Casa Civil, postou no site daquele órgão uma mentira, de que tinha concluído cursos de mestrado e doutorado na Unicamp. Denunciada pela revista Piauí e pelos jornais, a mentira foi rapidamente apagada do site.

Quando surgiram as denúncias sobre o uso indiscriminado dos cartões corporativos, em que a petralhada fez a festa - teve até um ministro, o da tapioca esportiva, que fez uso do LullaCard para comprar aquele quitute -, a Casa Civil elaborou um dossiê anti-FHC e Dona Ruth (esposa de FHC), para colocar todos no mesmo nível, como são de praxe as ações dos petralhas. Inicialmente, Dilma disse que valores de "suprimento de fundos" haviam sido pedidos pelo TCU. Como este órgão desmentiu a maracutaia petista, Dilma disse que se tratava apenas de um "banco de dados" interno - embora tenha sido divulgado aos quatro ventos, para todo o Brasil tomar conhecimento.

Outra mentira de Dilmandona foi o caso da secretária da Receita Federal, Lina Vieira, que foi chamada à Casa Civil por Dilma, para "acelerar" as investigações que estavam sendo feitas contra um filho de José Sarney. Dilma afirmou que a secretária nunca esteve no Palácio. Quando a imprensa solicitou informações sobre filmagens das câmaras de vigilância do Palácio, o então chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Félix, disse que não havia back up, que as imagens haviam sido apagadas.

O sistema de segurança e vigilância do Palácio do Planalto, criado em 2004, custou em torno de R$ 4 milhões - segundo me informou um militar que lá trabalhou -, e está diretamente subordinado ao GSI, sem interferência da rede de informática do Palácio, para evitar acesso indevido ao sistema. Esse sistema de vigilância é muito potente, podendo gravar durante 6 meses, ininterruptamente, sem necessidade de back up para reutilização das unidades gravadoras. A pergunta básica é: por que não foram preservadas as imagens, para futuras auditorias - e para, no caso, comprovar quem estava mentindo? Este fato funesto prova que o general não trabalhou em prol da República brasileira, mas em favor de um partido político, o do Mensalão e de tantos atos criminosos, que acabou elegendo a atual presidente.

O coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-comandante do DOI/CODI, de São Paulo, dá um importante testemunho sobre terroristas que dizem que foram torturados:

“Onde estão esses depoimentos originais? Estão todos no Superior Tribunal Militar, no processo de cada um desses presos. Qualquer pessoa bem intencionada que leia os depoimentos, facilmente vai chegar à conclusão de que aqueles documentos [manuscritos pelos presos] nunca foram redigidos enquanto o autor estivesse sendo torturado, ou sob pressão. A maneira como a pessoa descreve, como escreve; a letra, a letra firme, a maneira como aborda as questões. (...) Depois, ele ia para o inquérito policial, no Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), e confirmava o que havia dito no DOI. Posteriormente, era levado para a Auditoria. Na Auditoria, negava tudo. Negava e, se lembrado do que declarara antes, no DOI, alegava que falava sob tortura. E por que faziam isso? Bom, primeiro, porque na Auditoria procuravam negar, é claro, para ver se a pena que iriam receber não seria tão grande. Segundo, tinham que justificar perante a esquerda, perante seus companheiros por que, no interrogatório do DOI, haviam entregado a organização, denunciado seus companheiros, confessado a localização dos seus aparelhos. E, terceiro, porque tinham certeza de que jamais seriam reconhecidos. Não conseguimos nunca testemunhas oculares. Assaltavam bancos, os bancários viam, sabiam quem eram, mas, quando chamados, não os reconheciam, não sabiam de nada, por quê? Porque os primeiros bancários que fizeram o reconhecimento foram assassinados; ameaçados, sabiam que todos aqueles que reconhecessem os assaltantes teriam o mesmo destino. Nunca mais ninguém neste País quis depor contra os terroristas. (...) Bem, como conclusão a respeito da tortura, posso dizer que a mídia explora a tortura com estardalhaço e sensacionalismo. Os ex-terroristas procuram justificar o que confessaram, dizendo que falavam sob tortura. Hoje o curriculum vitae de uma pessoa é bastante valorizado quando afirma que foi torturada na época da ditadura, como dizem. Excessos condenáveis devem ter sido cometidos pela repressão, mas foram muito poucos, uma exceção” (História Oral do Exército, 1964, Tomo 5, pg. 228-232).

“Torturador” é, sem sombra de dúvida, a palavra logomáquica mais utilizada pela esquerda brasileira, para satanizar os integrantes das Forças Armadas brasileiras que combateram os terroristas, especialmente o coronel Ustra. Não que a esquerda seja contra a tortura, pois nunca repudiou a tortura ainda existente em Cuba e na China, ou na antiga União Soviética, nem teve remorsos em trucidar a golpes de coronhadas de fuzil o crânio do tenente Alberto Mendes Júnior, da PM de São Paulo. Nem em torturar psicologicamente seus reféns, como o embaixador americano Charles Elbrick. Infelizmente, a tortura é combatida apenas da boca para fora, porque todos os países a utilizam, principalmente em situação de guerra, como os EUA contra os terroristas islâmicos. Aliás, a tortura continua sendo praticada no Brasil, como afirmam relatórios anuais da ONU.

A propósito, vale lembrar que o comunista, advogado e ator Mário Lago, descaradamente, aconselhava todos os esquerdistas que foram presos a dizer que foram torturados. O mesmo esquema ocorre hoje em dia, quando bandidos comuns, mesmo presos em flagrante delito, dizem ao juiz, instruídos pelos advogados, que confessaram o crime sob tortura, para abrandamento da pena. A jornalista Miriam Macedo, no texto “A verdade: eu menti”,  confirma essa prática sistemática da esquerda.

Além de querer alcançar a “hegemonia” em todos os setores da sociedade, pregada por Gramsci, o “fascismo gay” brasileiro quer também ter o monopólio da tortura. Repito o que disse o general Rocha Paiva: por que alguém deve acreditar em Dilma Rousseff, de que foi torturada, se ela é uma mentirosa compulsiva? Eu também não acredito!

E-mail recebido do coronel JR Franco em 22/5/2012:
Prezado amigo Maier:
A Dilma jamais foi torturada. A ação que levou a sua prisão é bem anterior a minha chegada ao DOI, no entanto conheci e convivi com os executores dessa ação. Mantenho contato com eles. Todos juraram de pés juntos que a Dilma, ao cair, levantou os braços e gritou: "não me batam, eu conto tudo". Os indícos e as evidências mostram que foi isso que ocorreu. Os condenados por assalto a banco (o seu caso) recebiam pena básica de 15 anos. Os que não cooperavam recebiam a pena cheia, ou seja, 15 anos ( o Vannucchi, por exemplo...). Os que cooperavam tinham essa pena diminuida. A Dilma foi condenada a dois anos e meio... Logo... Interessante ressaltar que as pessoas são traídas por suas emoções. Todos os seres humanos são pessoas, logo todos são passíveis de serem traídos e cometerem os chamados "atos falhos" que propiciam excelentes indícos para análises. Esses "atos falhos" são buscados pelos analistas de inteligências perspicazes. José Genoino em entrevista ao Correio Braziliense sintetisou: heróis foram os que morreram... Logo quem não morreu não é herói... Ficou vivo porque entregou todo mundo... Essa é a deduzida...
Abraços
Franco
Obs.: "Ao cair" não significa que Dilma caiu no chão levando porrada. Significa apenas que o aparelho onde ela estava escondido foi desbaratado pela polícia ("caiu") e ela foi presa (F. Maier).

Comentário de um leitor sobre o texto em Mídia Sem Máscara:
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/13083-dilma-foi-torturada-eu-nao-acredito.html
#1 Osvaldo Júnior 22-05-2012 18:29
Dilma Roussef só está onde está porque virou modinha hoje em dia no ocidente mulheres exercendo cargos de poder mesmo todos nós estarmos cansados de saber que quem governa na verdade é sempre um homem.No caso da Dilma quem governa é Lula,José Dirceu e a cúpula do Foro de São Paulo (todos homens).

Dilma por ser uma mulher,sempre será uma pobre vítima,perseguida,torturada,humilhada e etc,mesmo nós estarmos tambem cansados de saber que ela foi uma ativa terrorista ao qual pertenceu a VAR-palmares e fez um monte de atentados e crimes por ai durante toda a sua vida.A esquerda como não é idiota aproveita muito bem desse vitimismo feminino nojento para se fortalecer ainda mais politicamente.


Ai vai um video de Joelmir Beting ao qual sou fã.Apesar de um pouco antigo vale a pena para dar algumas gargalhadas dessa hipocrisia esquerdista de embrulhar o estômago.

http://www.youtube.com/watch?v=C-eY-L2Y3Zs



O texto abaixo, "lipoaspirado" por questão de espaço, foi publicado no jornal Inconfidência, Belo Horizonte, MG, em sua edição número 178, de 31 de maio de 2012:

DILMA FOI TORTURADA? EU NÃO ACREDITO!

* Félix Maier

Vale lembrar que o comunista, advogado e ator Mário Lago, descaradamente, aconselhava a todos os terroristas/comunistas que foram presos a dizer que foram torturados.

A jornalista Mírian Macedo, no texto "A verdade: eu menti", já publicado neste jornal, confirma essa prática sistemática da esquerda.

O general Luiz Eduardo Rocha Paiva, em entrevista na TV, colocou em dúvida a afirmação de Dilma Rousseff, antiga terrorista da VAR-Palmares, de que tenha sido torturada, como ela afirmou inúmeras vezes. Por que acreditar numa mentirosa compulsiva?

Quando Dilma era Chefe da Casa Civil, postou no site daquele órgão uma mentira, de que tinha concluído cursos de mestrado e doutorado na Unicamp. Denunciada pela revista Piauí e pelos jornais, a mentira foi rapidamente apagada do site.

Quando surgiram as denúncias sobre o uso indiscriminado dos cartões corporativos, a Casa Civil elaborou um dossiê anti-FHC. Inicialmente, Dilma disse que valores de suprimento de fundos haviam sido pedidos pelo TCU. Depois, disse que se tratava apenas de um “banco de dados” interno.

Outra mentira de Dilma foi o caso da secretária da Receita Federal, Lina Vieira, que foi chamada à Casa Civil por Dilma, para .acelerar. as investigações que estavam sendo feitas contra um filho de José Sarney. Dilma afirmou que a secretária nunca esteve no Palácio. Quando a imprensa solicitou informações sobre filmagens das câmaras de vigilância do Planalto, o então chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Félix, disse que não havia back up, que as imagens haviam sido apagadas.

O coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra dá um importante testemunho sobre terroristas que dizem que foram torturados:

“Na Auditoria, negava tudo. Negava e, se lembrado do que declarara antes, no DOI, alegava que falava sob tortura. E por que faziam isso? Bom, primeiro, porque na Auditoria procuravam negar, é claro, para ver se a pena que iriam receber não seria tão grande.

Segundo, tinham que justificar perante a esquerda, perante seus companheiros por que, no interrogatório do DOI, haviam entregado a organização, denunciado seus companheiros, confessado a localização dos seus aparelhos.

E, terceiro, porque tinham certeza de que jamais seriam reconhecidos. Não conseguimos nunca testemunhas oculares. Assaltavam bancos, os bancários viam, sabiam quem eram, mas, quando chamados, não os reconheciam, não sabiam de nada, por quê? Porque os primeiros bancários que fizeram o reconhecimento foram assassinados; ameaçados, sabiam que todos aqueles que reconhecessem os assaltantes teriam o mesmo destino. Nunca mais ninguém neste País quis depor contra os terroristas" (História Oral do Exército - 1964,Tomo 5).

A propósito, vale lembrar que o comunista e ator Mário Lago aconselhava todos os esquerdistas que foram presos a dizer que foram torturados. Além de querer alcançar a “hegemonia” em todos os setores da sociedade, o petismo quer ter também o monopólio da tortura.

“Torturador” é a palavra logomáquica mais utilizada pela esquerda brasileira, para satanizar os integrantes das Forças Armadas brasileiras que combateram os terroristas. Não que a esquerda seja contra a tortura, pois nunca repudiou a tortura ainda existente em Cuba e na China, ou na antiga União Soviética. Aliás, a tortura continua sendo praticada no Brasil, como afirmam relatórios anuais da ONU.

* Capitão reformado do Exército

NR: Vemos ali Dilma Rousseff, aos 22 anos, em novembro de
1970, quando depunha numa auditoria militar, no Rio. A
imagem está no livro “A Vida quer coragem”, de Ricardo
Amaral, que foi assessor da Casa Civil quando Dilma era
Ministra. Diga sinceramente: tem ela aspecto de que tenha sido
torturada? Se o foi, deve ter sido pelos seus companheiros.
Segundo informe de um ex-chefe de agência do SNI, consta que,
quando foi presa, ela se encontrava muito debilitada
e sofrendo de uma doença contagiosa. Foi medicada
e acompanhada por um médico militar, recuperando
a saúde, graças ao tratamento recebido. (Da Redação)


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